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Rádio Graciosa


18 junho 2008

Açorianos enfrentam "um dos momentos mais críticos dos últimos trinta anos".


"Quando os governos contrariam o que as pessoas sentem, é sinal que deixaram de cumprir o seu principal papel, que é o de melhorar as condições de vida das populações, afirmou o deputado social-democrata António Marinho, numa declaração política feita na Assembleia Legislativa dos Açores.O parlamentar do PSD/Açores referiu que, perante a "crise há muito instalada, que agora se afirma de forma bem visível", o governo socialista deveria "tomar medidas para que as pessoas saiam menos prejudicadas".Pelo contrário, considerou o deputado social-democrata, o governo regional prefere o "discurso dos milhões", que constitui uma "afronta às dificuldades das pessoas, porque falar em muitos milhões e não resolver os problemas das pessoas, é incompetência, é insulto".António Marinho deu como exemplo da actual crise o aumento do desemprego na Região, que "passou de um patamar entre dois e três por cento, em 2003, para o actual que se aproxima dos seis por cento, e convertível em mais de oito por cento se as carências metodológicas da medida forem expurgadas".O parlamentar do PSD/Açores salientou, ainda, que o sector do turismo "se encontra em quebra há oito meses a fio" e que o comércio "segue em anemia".O deputado social-democrata acrescentou que os agricultores "vêem os seus rendimentos em acentuada quebra, na carne ou no leite, e os preços dos factores de produção a subir em flecha", enquanto que na construção civil "caem os licenciamentos e as obras concluídas", apesar do "frenesim" de obras públicas.

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