Em Julho passado, aquando da sua visita à Graciólica,
a secretaria regional de Energia, Ambiente e Turismo dos Açores anunciou que
tinha sido emitida a licença de produção à empresa controlada pela dinamarquesa
Recharge.
Na altura, Marta Guerreiro garantiu que "o
projecto cumpriu os requisitos técnicos e funcionais, permitindo que a licença
de produção seja emitida", e, assim, "se possa iniciar a fase de
testes de produção de energia em funcionamento do sistema como um todo" -
um passo essencial para a energia venha "a ser injectada na rede com a
qualidade exigida, em plena exploração".
Menos de seis meses depois, a Graciólica "tem o
prazer de anunciar que a sua instalação de energia de micro redes conseguiu
fornecer 100% de energia renovável para a ilha da Graciosa, 15 minutos após ter
concluído o sistema operacional, como parte dos testes finais de
comissionamento", afirmou fonte oficial da empresa ao Negócios,
manifestando a sua satisfação "por conseguir estes resultados de sucesso
nos testes, antes do final de 2018".
Testes superados, a empresa vai começar a injectar
energia na rede da EDA - Energia dos Açores (EDA).
"A Graciólica fornecerá 100% de energia limpa nas
condições certas, além de fornecer serviços de formação de redes totalmente
automatizados para a EDA", afiançou Dom Hughes, director da Graciólica, ao
Jornal de Negócios.
Recorde-se que um desentendimento accionista na
Graciólica, atrasou a entrada em funcionamento do projecto.
Fonte: Jornal de Negócios



quinta-feira, janeiro 03, 2019
Rádio Graciosa