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30 março 2017

Empresários defendem que Graciosa deve ser incluída na Linha Lilás

O Núcleo Empresarial da Ilha Graciosa defende a inclusão da Graciosa, na rota da Linha Lilás, dos transportes marítimos de passageiros do Grupo Central.
Carlos Brum, presidente do Núcleo Empresarial da Ilha Graciosa recordou que a discussão começou há cerca de um ano, com uma proposta do PCP, que previa a inclusão da Graciosa na rota dos novos barcos que fazem as ligações no triângulo e que foi chumbada na Assembleia Legislativa Regional. Para o representante dos empresários, o governo mostrou nessa altura falta de vontade politica em resolver o assunto, por isso não é novidade que a Graciosa volte a ficar de fora da rota.
O assunto preocupa o Núcleo Empresarial, porque a ilha não tem todas as acessibilidades, necessárias ao seu desenvolvimento.
Sobre a justificação ouvida, de que não há tanta facilidade na deslocação de viaturas para todos os portos, Carlos Brum, afirma que não será esse motivo que não trará pessoas à Graciosa.
Os empresários defendem que, foi a facilidade dos transportes que levou ao desenvolvimento do triângulo, oportunidades que a Graciosa não está a ter.
A Câmara Municipal tornou pública a sua posição sobre o assunto, de que deveria decorrer, um período experimental de 1 ano, de passagem desta rota pela Graciosa, de forma a testar a sua viabilidade, o que já foi transmitido ao Governo Regional.
A posição é bem vista pelo Núcleo Empresarial, que defende que um período experimental, poderia ser o inicio para uma solução.
A facilidade na acessibilidade e também nos preços das passagens faz toda a diferença, para Carlos Brum, naquilo que se pretende para o desenvolvimento da Graciosa.

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