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20 janeiro 2017

Ricardo Ramalho considera que estudo sobre a problemática da toxicodependência poderá ser “uma mais-valia” para aperfeiçoar as “políticas existentes”

O Grupo Parlamentar do Partido Socialista Açores considerou, pela voz do deputado Ricardo Ramalho, que a realização de um “estudo sobre a problemática da toxicodependência nos Açores” poderá ser “uma mais-valia” que permitirá aperfeiçoar as “políticas existentes” na Região.
No Plenário da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, onde o projeto de resolução do Bloco de Esquerda Açores foi aprovado por unanimidade, o deputado socialista sublinhou que “o atual Programa do Governo prevê, em conjugação com os vários parceiros da sociedade civil, a prevenção e o combate ao consumo, bem como a diminuição das dependências, através da implementação do programas e medidas de prevenção, assegurando ganhos em saúde e potenciando a adesão ao tratamento e à reinserção”.
Para o deputado Graciosense, os resultados deste estudo permitirão aperfeiçoar os mecanismos de “combate à dependência, promovendo o diálogo intersectorial”.
A terminar a sua itervenção Ricardo Ramalho disse que “è certo que este é um esforço que não se deve resumir apenas à ação do Governo. As famílias, as forças de segurança, a comunidade escolar e a sociedade em geral têm um papel determinante na prevenção dos comportamentos de risco dos nossos jovens”.

A proposta, da iniciativa do Bloco de Esquerda, foi aprovada por unanimidade e terá como objetivo, não só a caracterização da situação atual, mas também a elaboração de propostas de intervenção adequadas aos resultados do diagnóstico. que vier a ser realizado.
O estudo, que terá que estar concluído no prazo de um ano, irá fazer a caracterização da situação atual, com particular enfoque nos consumidores, nomeadamente, quanto a escalão etário, género, situação perante a escolaridade e o emprego, condições socioeconómicas, tipologia e padrões de consumo e área geográfica de residência.
A deputada Zuraida Soares considera que a Universidade dos Açores deve ser parceira do estudo.


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