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17 janeiro 2017

Rastreio ao cancro da cavidade oral arranca no final deste mês

O Secretário Regional da Saúde anunciou o início do programa de intervenção no cancro da cavidade oral, designado por PICCOA.
Para Rui Luís, mais do que a taxa de incidência, “o que justifica o rastreio são as consequências quando este tipo de cancro é detetado numa fase tardia".
"Há que ter em conta uma taxa de mortalidade elevada, de cerca de 50%”, frisou Rui Luís, em declarações à margem de uma reunião com o conselho consultivo para o combate à doença oncológica nos Açores.
Nos Açores, são detetados 57 novos casos do cancro da cavidade oral por ano.
Para proceder ao rastreio serão chamados pelas respetivas unidades de saúde de ilha cerca de 25 mil Açorianos, entre os 40 e os 70 anos.
Na reunião com aquele conselho consultivo foi feita uma avaliação dos três programas de rastreio em curso, nomeadamente do cancro de mama (ROCMA), do cancro do colo do útero (ROCCA) e do cancro de cólon e reto (ROCCRA).
O responsável pela pasta da Saúde manifestou satisfação com os resultados alcançados pelos programas de rastreio em curso na Região há oito anos, sublinhando que no rastreio do cancro da mama a taxa de participação das mulheres rastreáveis foi de 90%.




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