A Associação Empresarial
das Ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa exigiu um ponto final nos “jogos políticos, nas promessas não
cumpridas”, nas “brincadeiras com o presente e o futuro da ilha Terceira” e
quer “respeito pelos empresários, pelos terceirenses” e considerou
“inadmissível” o que se tem passado no setor do Turismo.
No caso concreto da ilha
Graciosa, lançou a questão acerca do “reforço de lugares na SATA que permita a
captação de grupos de turistas para esta Ilha” e do inicio das “ligações
marítimas de passageiros, todo o ano, para o triângulo, São Jorge, terceira e
Graciosa”, Quanto ao reforço anunciado para o Secretário Regional do Turismo e
Transportes para o “Programa Meus Açores, Meus Amores”, a questão é: será para
desenvolver este ano, ou só em 2016, já que, sendo apenas para o próximo ano,
“como pretendem colmatar as enormes quebras dos fluxos turísticos em 2015 na
Ilha Graciosa?”.
No fundo, disse Sandro Paim, “repetimos a pergunta que vimos fazendo frequentemente e para a qual nunca obtivemos resposta: para quando uma estratégia integrada no Turismo, que envolva todas as Ilhas dos Açores de forma una, menos dependente do mercado nacional e capaz de mitigar o efeito de sazonalidade no setor?”.
Na conferência de imprensa, que contou com a presença de mais de quatro dezenas de empresários do setor do Turismo, o Presidente da CCAH realçou que as “respostas a estas questões são fundamentais para o setor privado decidir os seus investimentos, planear devidamente a sua atividade, manter o emprego de forma sustentável e constante”.
No fundo, disse Sandro Paim, “repetimos a pergunta que vimos fazendo frequentemente e para a qual nunca obtivemos resposta: para quando uma estratégia integrada no Turismo, que envolva todas as Ilhas dos Açores de forma una, menos dependente do mercado nacional e capaz de mitigar o efeito de sazonalidade no setor?”.
Na conferência de imprensa, que contou com a presença de mais de quatro dezenas de empresários do setor do Turismo, o Presidente da CCAH realçou que as “respostas a estas questões são fundamentais para o setor privado decidir os seus investimentos, planear devidamente a sua atividade, manter o emprego de forma sustentável e constante”.



sexta-feira, setembro 11, 2015
Rádio Graciosa