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Rádio Graciosa


21 janeiro 2009

“Não vamos salvar empresas que estejam condenadas”, afirma Carlos César.

“Nós não vamos salvar empresas que já estavam condenadas. Vamos salvar as empresas que, tendo o seu espaço próprio, são viáveis, mas que foram afectadas por razões circunstanciais, ou pela alta de juros, ou pela diminuição de consumo nas áreas em que são intervenientes”, afirma Carlos César. O Presidente do Governo Regional reforçou o empenho do Executivo açoriano em acompanhar os efeitos da crise económica na Região, afirmando que o investimento, público e privado, poderá permitir “absorver grande parte das pessoas que pretendem integrar o mercado de trabalho ou que precisam de se manter nesse mercado de trabalho”.De acordo com Carlos César as linhas de crédito disponibilizadas não servirão “para salvar empresas que não são competitivas”, mas para recapitalizar algumas entidades, bem como para diminuir encargos de dívidas em muitas outras.O Presidente do Governo Regional falava na audiência em que recebeu o secretário-geral da UGT, João Proença.
Fonte:JornalDiario

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