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Rádio Graciosa


13 fevereiro 2008

Objectivos do Governo “praticamente concretizados “no que respeita à política de defesa da mulher em risco.

O secretário regional dos Assuntos Sociais assegurou segunda-feira à noite, na vila da Madalena, ilha do Pico, que estão “praticamente concretizados” os objectivos que o Governo dos Açores se propôs atingir, nesta legislatura, no que diz respeito à política de defesa da mulher em risco.
Domingos Cunha falava na cerimónia de apresentação, a que presidiu, da Revista do Instituto de Acção Social - Açores, uma publicação semestral, com uma tiragem de 500 exemplares, cujo primeiro número tem como temática central a “Mulher em Risco”.
Segundo declarou na ocasião, com o trabalho das redes de apoio integrado à mulher em risco em S. Miguel e na Terceira, os Açores entraram verdadeiramente “numa nova etapa no apoio à mulher em risco, principalmente na protecção das vítimas de violência doméstica”.
Disse também que, até final do ano, os Açores vão dispor de três centros de informação, promoção e acompanhamento de políticas para a igualdade, cuja acção se centra na promoção da igualdade de género junto das entidades públicas e privadas, e de oito centros de acolhimento, sob a forma de casa abrigo, centro de emergência e centro de acolhimento temporário.
O secretário regional garantiu, ainda, que até final da legislatura estarão em funcionamento no arquipélago cinco centros de atendimento e acompanhamento psicossocial, que têm como acção prioritária responder às situações de emergência do serviço SOS-Mulher, e quatro centros de acolhimento e formação de competências parentais de jovens mães.
Para os primeiros meses deste ano está também agendado o início de um programa regional de reabilitação do agressor, destinado àqueles que “voluntariamente pretendam mudar o seu comportamento disfuncional e violento para com a sua família”, especificou Domingos Cunha.
Revelou ainda que o Governo, tendo em vista promover a aprendizagem de competências para a autonomia das mulheres em risco e a sua integração no mercado normal de trabalho, vai avançar com um programa regional de formação para a empregabilidade e integração socioprofissional.O governante prometeu a melhoria da qualidade das estruturas de apoio à família, com especial ênfase para a rede de amas, creches, jardins-de-infância e centros multiactividades de tempos livres, e, como novidade, avançou com o lançamento, nas ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial, de unidades comunitárias de apoio à família, “com serviços pontuais de guarda de crianças”.

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