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Rádio Graciosa


09 dezembro 2005

Alterações Climáticas: Rede lusofona quer "mais acção".

Os países participantes na Rede Lusófona para as Alterações Climáticas (RELAC) afirmaram quinta-feira em Montreal, Canadá,pretende reforçar a sua acção. Criada em 2004, a RELAC é composta por Portugal, Brasil, Angola, Cabo V erde, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor-leste. Numa reunião de apresentação da RELAC, decorrida quinta-feira em Montreal, paralela aos trabalhos da Conferência Quadro da ONU para as Alterações Climáticas, o representante do Brasil defendeu que a rede 'necessita agir mais', declaração que seria corroborada pelos restantes cinco parceiros presentes. O secretario de Estado do Ambiente português, Humberto Rosa, justificou que "até final do ano será criada a Autoridade Nacional" para avaliar os mecanismos de Quioto, a qual examinará as oportunidades de realização de projectos e a sua localização, possibilitando então avançar com iniciativas.
Portugal e o Brasil assinaram, a 13 de Outubro deste ano, um memorando de entendimento nas áreas das alterações climáticas e do MDL. Segundo este documento a que a Lusa teve acesso, uma das actividades contempladas é "identificar oportunidades para a realização de actividades de projectos MDL por parte dos sectores públicos e privado de ambos os países, como estratégia valida para fomentar o desenvolvimento sustentável no Brasil e para facilitar a Portugal o cumprimento dos seus objectivos no quadro dos seus compromissos internacionais ao abrigo do Protocolo de Quioto e da Directiva 2003/83/CE de 13 de Outubro".

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