No âmbito da noticia da Rádio Graciosa da passada Segunda-feira, sobre o Governo Regional ter concedido mais 16.208,92€ (dezasseis mil duzentos e oito euros e noventa e dois cêntimos) à Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Graciosa para actividades da Ecoteca da Graciosa, a juntar aos 42.801,00 € (quarenta e dois mil oitocentos e um euros), que já tinham sido atribuídos para as actividades da Ecoteca da Graciosa entre 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2007, aquela associação enviou à Rádio Graciosa uma justificação.
No documento assinado pelos três membros da direcção, Jorge Cunha, Ricardo Ramalho e João Natal, é esclarecido que “o montante de 42.801 euros, atribuído no inicio de 2007, corresponde à verba concedida pela Secretaria Regional do Ambiente e do Mar à Ecoteca da Graciosa, na base do Plano de Actividades apresentado pela sua Directora, tendo em vista a concretização das actividades e o funcionamento da Ecoteca. Esta verba não inclui o vencimento da Directora da Ecoteca, afirma Jorge Cunha, presidente da ACDRG.
A Direcção da ACDRG avança ainda que, “por decisão superior, à qual a Directora da Ecoteca e esta Associação são totalmente alheias, foi acordado entre a SRAM e a ACDRG, a transferência de uma verba correspondente aos vencimentos da Directora da Ecoteca, no valor de 16 208, 92 euros, da SRAM para esta Associação, à semelhança do que também acontece com outras Associações dos Açores com docentes/professores requisitados nas respectivas Ecotecas. Até então os vencimentos eram processados pela SRAM e depositados directamente nas contas bancárias das directoras das Ecotecas” e citámos. Desde 1 de Setembro, por decisão do governo que este acto de processar pagamentos é feitos pelas associações gestoras das Ecotecas, tal como já há algum tempo era feito com técnicos e pessoal contratado. Segundo a justificação da Associação da Graciosa com sede no Caminho de Cima, Freguesia da Luz, verifica-se uma transferência gradual de competências da SRAM para as Associações gestoras, uma situação que não acontece só na Graciosa.
A Direcção da ACDRG esclarece ainda que, dos 16 208,92 euros sai uma avença de 500 euros para pagar honorários “de um técnico habilitado no processamento de vencimentos, por um período de 4 meses, externo aquela Associação”, dado que o processamento de pagamento da Directora da Ecoteca é Exigente e complexo, outro procedimento que segundo o esclarecimento enviado à Rádio Graciosa é “legal, idêntico ao também adoptado pelas outras Associações gestoras das Ecotecas em condições análogas”.
De acordo com esta justificação, que Jorge Cunha entendeu enviar a esta Rádio, desde 1 de Setembro de 2007, a Ecoteca da Graciosa passou a ser gerida pela ACDRG, com verbas da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
É sem duvida um exemplo a seguir por outras Associações desta ilha, dado que a ACDRG não tem dificuldades em eleger direcções, e em conseguir verbas para o seu funcionamento, mantendo uma grande actividade.
Esta Associação é a demonstração que o movimento associativo não está em crise na Graciosa e que com trabalho tudo se consegue.
Fica a promessa, de que logo que possível, vamos convidar Jorge Cunha, para explicar aos Graciosenses, o sucesso das 3 Associações de que é Presidente.
No documento assinado pelos três membros da direcção, Jorge Cunha, Ricardo Ramalho e João Natal, é esclarecido que “o montante de 42.801 euros, atribuído no inicio de 2007, corresponde à verba concedida pela Secretaria Regional do Ambiente e do Mar à Ecoteca da Graciosa, na base do Plano de Actividades apresentado pela sua Directora, tendo em vista a concretização das actividades e o funcionamento da Ecoteca. Esta verba não inclui o vencimento da Directora da Ecoteca, afirma Jorge Cunha, presidente da ACDRG.
A Direcção da ACDRG avança ainda que, “por decisão superior, à qual a Directora da Ecoteca e esta Associação são totalmente alheias, foi acordado entre a SRAM e a ACDRG, a transferência de uma verba correspondente aos vencimentos da Directora da Ecoteca, no valor de 16 208, 92 euros, da SRAM para esta Associação, à semelhança do que também acontece com outras Associações dos Açores com docentes/professores requisitados nas respectivas Ecotecas. Até então os vencimentos eram processados pela SRAM e depositados directamente nas contas bancárias das directoras das Ecotecas” e citámos. Desde 1 de Setembro, por decisão do governo que este acto de processar pagamentos é feitos pelas associações gestoras das Ecotecas, tal como já há algum tempo era feito com técnicos e pessoal contratado. Segundo a justificação da Associação da Graciosa com sede no Caminho de Cima, Freguesia da Luz, verifica-se uma transferência gradual de competências da SRAM para as Associações gestoras, uma situação que não acontece só na Graciosa.
A Direcção da ACDRG esclarece ainda que, dos 16 208,92 euros sai uma avença de 500 euros para pagar honorários “de um técnico habilitado no processamento de vencimentos, por um período de 4 meses, externo aquela Associação”, dado que o processamento de pagamento da Directora da Ecoteca é Exigente e complexo, outro procedimento que segundo o esclarecimento enviado à Rádio Graciosa é “legal, idêntico ao também adoptado pelas outras Associações gestoras das Ecotecas em condições análogas”.
De acordo com esta justificação, que Jorge Cunha entendeu enviar a esta Rádio, desde 1 de Setembro de 2007, a Ecoteca da Graciosa passou a ser gerida pela ACDRG, com verbas da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
É sem duvida um exemplo a seguir por outras Associações desta ilha, dado que a ACDRG não tem dificuldades em eleger direcções, e em conseguir verbas para o seu funcionamento, mantendo uma grande actividade.
Esta Associação é a demonstração que o movimento associativo não está em crise na Graciosa e que com trabalho tudo se consegue.
Fica a promessa, de que logo que possível, vamos convidar Jorge Cunha, para explicar aos Graciosenses, o sucesso das 3 Associações de que é Presidente.


quinta-feira, dezembro 13, 2007
Rádio Graciosa

