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Rádio Graciosa


07 setembro 2020

Artigo de Opinião de João Costa “Fachada”

Carlos César diz que nos Açores há menos pobreza do que revelam as estatísticas. 
Diz que há rendimentos de trabalho não declarados, que há economia “informal”, ou seja, diz César que há economia paralela que escapa à tributação. Esta conversa de César é inqualificável. 
César foi presidente de governo 16 anos e conviveu com uma situação em que achava que havia muita economia paralela não havendo memória de se ter insurgido pelos apoios aos que têm rendimentos não declarados, pelo contrário, o voto mínimo garantido tem sido o sustento do poder. 
Mas também é argumento falível esse dos falsos pobres, a não ser que César ache que isso é exclusivo regional, promovido pelas sucessivas maiorias socialistas. 
Em resumo, César tenta passar uma esponja no insucesso da sua governação e o modelo de regime que se instalou na região com mais pobres por população residente. Ao mesmo tempo, a afirmação de César significa a falsidade da sua governação e do combate à pobreza por um regime que nela não acredita nem se dispõe a combatê-la. Uma governação de fachada!

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