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Rádio Graciosa


14 agosto 2020

Organização do Festival Sabor a Graciosa esclarece trâmites do evento e a não participação da Junta de Freguesia de Guadalupe

A organização do Festival Sabor a Graciosa, emitiu um comunicado afirmando que "o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Guadalupe, em entrevista concedida aos órgãos de comunicação social locais, falta à verdade quando diz que não foi convidado a participar no festival “Sabor a Graciosa”.
Paulo Cunha, Manuel Ramos e George Ortins explicam que "o festival foi uma ideia do presidente de Junta de Santa Cruz que logo contactou os presidentes de Junta de São Mateus e da Luz, tendo de seguida contactado o Sr. Presidente de Junta de Guadalupe que nos informou que, iria reunir o Órgão executivo da sua autarquia e que nos daria uma resposta".
A resposta "foi negativa, afirmando que tinha dificuldades financeiras devido à construção do jardim Tomás Picanço, logo não poderia despender de 2500 euros, valor que cada autarquia teria que investir para o evento". Refere a organização que "a partir daí foram elaborados os regulamentos e convidados os participantes", com a organização a firmar que a resposta do Presidente da Junta de Guadalupe, dada à rádio Graciosa "nada tem a ver com a dada à organização", acusando mesmo de se tratar de um presidente e duas respostas diferentes".
No comunicado é referido que "há uma vontade inequívoca da única Autarquia na qual o PSD tem maioria de não querer participar em conjunto nas atividades das autarquias PS, o que é de lamentar porque o objetivo de qualquer uma das juntas da nossa Ilha é sempre o progresso e desenvolvimento da nossa Ilha Graciosa", lê-se no comunicado..
A organização do festival gastronónico lament "que o Presidente da Junta de Freguesia de Guadalupe tenha optado por não aderir a esta iniciativa que foi tão acarinhada por todos os graciosenses e em que todas as 4 freguesias tiveram estabelecimentos representados, como também tenha tentando usar este evento (que vai na sua fase embrionária e que já desperta muita curiosidade dentro e fora da Graciosa) como arma de arremesso político, misturando o que é o interesse coletivo com questões político-partidárias".



Comunicado na Integra: 

O Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Guadalupe, em entrevista concedida aos órgãos de comunicação social locais, falta à verdade quando diz que não foi convidado a participar no festival “Sabor a Graciosa”. Por entendermos que os graciosenses devem estar devidamente esclarecidos sobre o que realmente aconteceu, importa mencionar que, o festival foi uma ideia do presidente de Junta de Santa Cruz que logo contactou os presidentes de Junta de São Mateus e da Luz, tendo de seguida contactado o Sr. Presidente de Junta de Guadalupe que nos informou que, iria reunir o Órgão executivo da sua autarquia e que nos daria uma resposta. Após a reunião a resposta foi negativa, afirmando que tinha dificuldades financeiras devido à construção do jardim Tomás Picanço, logo não poderia despender de 2500 euros, valor que cada autarquia teria que investir para o evento. A partir daí foram elaborados os regulamentos e convidados os participantes. A resposta do Sr. Marco Nuno Silva, Presidente da Junta de Guadalupe, dada à rádio Graciosa nada tem a ver com a dada à organização, um presidente e duas respostas diferentes, o que não é de espantar. O Sr presidente não diz a verdade quando refere que não foi convidado. A desculpa da obra do jardim Tomás Picanço foi, o que se diz na gíria “desculpa esfarrapada”, uma vez que a referida obra foi apoiada a 100% pela Grater / Prorural, e sendo as contas das autarquias publicitadas nas respetivas páginas que todos podem consultar o saldo que a autarquia que dirige transitou. Há uma vontade inequívoca da única Autarquia na qual o PSD tem maioria de não querer participar em conjunto nas atividades das autarquias PS, o que é de lamentar porque o objetivo de qualquer uma das juntas da nossa Ilha é sempre o progresso e desenvolvimento da nossa Ilha Graciosa. Uma vez mais lamentamos que o Presidente da Junta de Freguesia de Guadalupe tenha optado por não aderir a esta iniciativa que foi tão acarinhada por todos os graciosenses e em que todas as 4 freguesias tiveram estabelecimentos representados, como também tenha tentando usar este evento (que vai na sua fase embrionária e que já desperta muita curiosidade dentro e fora da Graciosa) como arma de arremesso político, misturando o que é o interesse coletivo com questões político-partidárias.
Organização sabor a Graciosa
Paulo Cunha
Manuel Ramos
George Ortins

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