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30 maio 2017

Plano Municipal de Ação de Resíduos Urbanos está em discussão pública

O Plano Municipal de Ação de Resíduos Urbanos foi aprovado na última reunião camarária deste mês.
O documento foi aprovado por unanimidade, mas o vereador António Reis, do PSD, não deixou de deixar a sua opinião de que o documento não apresenta perspetivas para o futuro. O vereador social-democrata sugeriu que a empresa Equiambi deveria ser parceira da Câmara Municipal, trabalhando mais próximo da população, para além de que deveria ter ecopontos junto das suas instalações, de fácil acesso durante toda a semana.
O documento entrou imediatamente em discussão pública, devendo os interessados em dar contributos, fazê-lo por escrito junto da Câmara Municipal, no prazo de 30 dias, a contar de 18 de Maio.
Segundo o documento, é competência da Câmara Municipal o planeamento e gestão dos resíduos urbanos, bem como sensibilização ambiental, bem como pela recolha porta a porta, em 740 habitações em Santa Cruz e 860 nas Freguesias de Luz, Guadalupe e São Mateus. É ainda responsabilidade do município, a disponibilização de contentores, ecopontos e cestas, para depósito do lixo.
À Equiambi cabe o armazenamento e tratamento dos resíduos, encaminhamento para fora da ilha, mas também sensibilização ambiental e comunicação de dados.
Na Graciosa, existem outras entidades licenciadas para o tratamento de resíduos no concelho, são elas a Tecnovia Ambiente, Bencom e Varela e Companhia.


Segundo os Censos de 2011, a população da Graciosa é de 4.391 habitantes. Os resíduos produzidos e recolhidos em 2015, foram de cerca de 78 toneladas de papel/cartão, cerca de 70 toneladas de embalagens, 70 toneladas de vidro, 1.385 toneladas de resíduos urbanos e equiparados, quase 39 toneladas de monstros e 80 toneladas de resíduos biodegradáveis.

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