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06 fevereiro 2017

PSD propõe melhoria das acessibilidades à Graciosa durante o Carnaval

O grupo parlamentar do PSD/Açores propõe ao Governo Regional que tome medidas para promover o Carnaval da Graciosa e melhorar as acessibilidades à ilha durante a época festiva que envolve, todos os anos, grande parte da população e que constitui um marco na vida cultural graciosense.
Num projeto de resolução entregue no Parlamento Regional, o PSD/Açores alerta para o facto do Carnaval da Graciosa decorrer durante a época baixa do turismo e recomenda ao executivo açoriano a adoção de “medidas adequadas a melhorar as acessibilidades à ilha, possibilitando assim um maior fluxo de visitantes nesta época”.
“Todas as medidas que incentivem o interesse numa deslocação à ilha Graciosa nesse período revelam-se de importância para combater a sazonalidade”, lê-se no documento.
Os deputados do PSD/Açores consideram que, não obstante as responsabilidades da única Câmara da ilha na organização desta manifestação cultural, o “Governo Regional deve adotar medidas de apoio, divulgação e promoção do Carnaval da ilha Graciosa, como elemento distintivo das vivências da ilha”.
O grupo parlamentar do PSD/Açores propõe ainda ao Governo Regional que pondere, “à semelhança do que acontece quando as tradições e adesão da população o justificam, estender uma eventual tolerância de ponto que seja concedida para a terça-feira de Entrudo à manhã da segunda-feira que a antecede”.
Para os deputados sociais-democratas açorianos, é “necessário o empenho do Governo Regional em divulgar, apoiar, promover e facilitar a acessibilidade de quem queira visitar a Graciosa” para participar no tradicional Carnaval da ilha.
“Apesar desta singularidade e de já serem reconhecidos os aspetos particulares do Carnaval Graciosense, ou da fama que granjeiam os bailes de Carnaval da ilha, torna-se necessário consagrar essa importância em ações e medidas que permitam engrandecer ainda mais o Carnaval Graciosense, que promovam a cultura graciosense e incentivem o turismo na ilha”, lê-se no documento que entregue no Parlamento Regional.



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