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Rádio Graciosa


05 novembro 2015

Câmara Municipal aprovou subsídios às colectividades, bolsas de estudo e aumento de taxas

O executivo camarário de Santa Cruz da Graciosa reuniu na manhã de Quinta-feira, nos Paços de Concelho.
Da ordem de trabalhos destaca-se o apoio às colectividades da ilha, no valor de 20.725euros, a diversas colectividades e associações da ilha, de acordo com as candidaturas apresentadas. Os apoios aprovado foram de 4.415 euros ao Sport Club Marítimo, 3.760 euros à Filarmónica União Praiense, 3.390 à Filarmónica União Popular Luzense, 3.320 à Filarmónica Recreio dos Artistas, 3.160 euros à Associação a Semente, 940 euros ao Centro Paroquial da Luz e Irmandade da Ribeirinha, 720 euros às associações de Artesãos e de Músicos, 860 euros ao Agrupamento de Escuteiros de Santa Cruz e 500 euros à Liga de Combatentes.

Por unanimidade foram ainda aprovadas bolsas de estudo a conceder aos estudantes do ensino superior, com atribuição de 10 bolsas de estudo em áreas prioritárias e a alunos mais carenciados.
Nas áreas prioritárias foram contemplados Joana Almada Silva e Lisandra Mendonça, ambas de medicina, Joana Rafaela Silva em directo e Catarina Bettencourt, em arquitectura.
Foram ainda atribuídas bolsas de estudo aos alunos Ana Filipa Silva, Bernardo Bettencourt, Cláudia Picanço, Diana Espínola, João Pavão e Renato Ramos.
Ainda sobre este assunto, os vereadores do PSD, António Reis e Eulália Aguiar, propuseram que no próximo ano, a área das energias renováveis seja também considerada prioritária.

A autarquia de Santa Cruz da Graciosa aprovou os apoios às festas de natal das escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância.
À semelhança de anos anteriores foi aprovado um apoio de 5 euros, por cada criança matriculada.
O ponto que gerou mais discussão foi a proposta de alteração da tabela de taxas, que foi aprovado por maioria, com 2 abstenções dos vereadores do PSD.
Os vereadores do PSD justificaram o voto por não considerarem que seja uma boa altura para se aumentar as taxas, quando defendem o abaixamento dos impostos. No entanto, a abstenção deve-se ao facto de considerarem que não é uma boa altura para as aumentar, houve alguma ponderação por parte do município.
A vice-presidente Conceição Cordeiro reconheceu não ser uma boa altura, mas serão pontuais. Por isso não se traduzirão num aumento “muito significativo” e considera-as necessárias, “tendo em conta os encargos da Câmara Municipal”. Referiu ainda que continuam a ser taxas baixas, quando comparadas com outros municípios.
A novidade é a criação de uma tabela de taxas para a legalização de obras particulares, uma vez que até agora quem fazia obras ilegais ficava em vantagem relativamente a que inicia uma construção legal. 
Em causa estão as taxas relativas a cemitérios, execução de ramais de água e urbanismo e edificações. Esta nova tabela será posta à discussão pública.


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