O Conselho de Ilha Graciosa reuniu ao final da tarde de
Sexta-feira, para analisar a Anteproposta do Plano e Orçamento para 2016, que
consagra para a Graciosa 30,1 milhões de euros.
No encontro, os conselheiros foram unânimes que o documento
é globalmente positivo, mas chamam atenção para a execução do plano, pois
tem-se verificado que os planos têm tido uma baixa execução.
Obras muito esperadas como é o exemplo da Marina,
Matadouro, Estrada Limeira/Afonso Porto e até a Torre de Controlo de Aeródromo,
já apareceram nos últimos 3 planos e ainda nunca arrancaram.
Para além disso as verbas que estão destinadas a algumas
obras não são suficientes para a sua execução, outro aspeto que desagrada ao
Conselho de Ilha.
O Conselho de Ilha Graciosa defende que as verbas que estão
inscritas devem ser gastas, pois há obras que aparecem inscritas nos últimos 3
anos e que nunca avançaram e a sua falta está a penalizar a ilha.
Trata-se do último plano desta legislatura, resta por isso
pouco tempo para que se cumpram as grandes promessas que a ilha e os
graciosenses esperam ver cumpridas.
As preocupações dos Conselho de Ilha centram-se sobretudo
nos 4 milhões inscritos para a Marina, quando o concurso lançado foi de 7
milhões, para o Matadouro aparece uma verba de apenas 1 milhão e meio de euros
e também apenas 300 mil euros para a cozinha industrial da Santa Casa de Santa
Cruz.
Daquilo que constou do manifesto eleitoral ficam ainda a
faltar obras na rede viária, nomeadamente Santa Cruz-São Mateus, Santa
Cruz-Guadalupe e Caminho de Cima na Luz, algumas canadas e caminhos agrícolas,
criação de ninho de empresas, requalificação de Porto Afonso, Folga e da Escola
de São Mateus, bem como colocação de grua no Cais da Negra.
Por outro lado os conselheiros ficaram satisfeitos por
finalmente se concretizar a consolidação do porto de Santa Cruz e vêem com bons
olhos o investimento em explorações agrícolas e no emprego e formação.



segunda-feira, outubro 19, 2015
Rádio Graciosa