Em relação aos serviços farmacêuticos à população da Graciosa, após a
conclusão de um concurso para a abertura de uma segunda farmácia, o Governo tem
atrasado, de forma incompreensível a atribuição da licença para permitir que
essa farmácia entre em funcionamento. Este atraso prejudica objectivamente os
graciosenses e o PCP reivindica que o Governo esclareça rapidamente esta
situação.
Ainda no campo da saúde, tal como o PCP alertou, a chamada
“Reestruturação do Serviço Regional de Saúde” não trouxe qualquer benefício
para as populações, sendo apenas um projecto de redução de custos e limitação
dos meios e serviços das unidades de saúde, em especial nas ilhas de menor
dimensão. As insuficiências sentidas pelos graciosenses, em termos dos meios
disponíveis e do acesso a médicos especialistas são um resultado directo da
política de cortar na saúde que este Governo Regional tem procurado
implementar.



quinta-feira, maio 15, 2014
Rádio Graciosa