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Rádio Graciosa


07 junho 2013

PCP Açores atento aos problemas da ilha Graciosa



A Representação Parlamentar do PCP Açores terminou ontem mais uma visita oficial anual à ilha Graciosa. Nesta visita o PCP procurou continuar a acompanhar as dificuldades sentidas pelos graciosenses, bem como aprofundar as questões estratégicas para o desenvolvimento da ilha, bem como conhecer melhor e procurar respostas para os problemas mais imediatos da ilha Graciosa.
O PCP Açores considera gravíssimo que depois de anos de promessas repetidas, o Governo Regional tenha decidido não avançar com a criação da Marina da Barra, rejeitando a proposta do PCP em sede de Plano e Orçamento.
Em relação ao encerramento da actividade termal das Termas do Carapacho o PCP considera que, naturalmente, se impõe a realização urgente das obras necessárias à sua rápida reabertura.
O líder do PCP considera que a prioridade das obras de requalificação da praça central da vila deveria ter sido a recuperação dos pauis, em vez da intervenção polémica levada a cabo pela Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, que alterou profundamente as características de um dos mais belos espaços públicos de todo o arquipélago dos Açores.
Segundo Aníbal Pires, também no campo da prestação de cuidados de saúde se levantam sérios problemas. As limitações e insuficiências da deslocação de alguns especialistas à ilha no âmbito do sistema público de saúde abre as portas a que exactamente os mesmos médicos se desloquem à ilha e realizem consultas a título privado, com custos muito mais elevados para os graciosenses, a quem o Governo Regional nega o direito humano básico de acesso a cuidados de saúde especializados.
No final desta visita à Graciosa, Aníbal Pires mostrou-se insatisfeito, já que existem situações e obras que continuam na mesma, tais como a requalificação da Adega, construção da Marina na Barra e requalificação dos pontões no Porto de Pescas da Graciosa.
Questionado sobre a situação do sargaço que se acumulou na baia da Barra, Aníbal Pires diz que, as autoridades competentes deveriam providenciar a retirada do sargaço, de modo a que não entre em putrefacção e liberte aquele cheiro nauseabundo que incomoda quem por ali passa.

Aníbal Pires em mais uma visita à Ilha Graciosa.

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