Traduzir

Rádio Graciosa


10 maio 2013

Resumo Semanal 6 a 10 Maio 2013


Rendas dos Bairros Sociais em Santa Cruz vão ser actualizadas

O executivo Municipal de Santa Cruz da Graciosa em reunião ordinária, nos Paços do Município aprovou o Plano de Segurança e Saúde relativo à empreitada de “Construção da Marginal Rochela/Lagoa”.

Foi ainda deliberado apoiar a Escola Básica e Secundária de Santa Cruz da Graciosa, no intercâmbio com a EBS Tomás de Borba, com transportes em terra e alojamento.

Destaque ainda para a Fixação de Rendas Técnicas, onde foi deliberado proceder à actualização das rendas dos bairros sociais, incluindo as duas moradias sitas à Rua Vasco Gil Sodré, a partir do próximo mês de Julho.

 

 


Graciosa cada vez mais verde

No conjunto dos indicadores relativos à retoma de resíduos e embalagens dos sistemas aderentes avaliados, apresentados pela Sociedade Ponto Verde, referentes ao mês de Março, a Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa encontra-se em primeiro lugar, em todo o país, no que toca à retoma de papel/cartão e vidro, tendo alcançado o segundo lugar no que diz respeito à recolha de plásticos.

Com 9,5 kg por habitante de papel e cartão recolhidos durante o mês de Março, a Graciosa apresenta-se à frente da região do Algarve (2º lugar) que obteve 4,1 kg recolhidos por habitante. No que diz respeito à recolha de vidro, o município açoriano ocupa o primeiro lugar das recolhas com 6,1 kg por habitante, contra os 5,1 recolhidos na região do Algarve. Já no que diz respeito à recolha de plásticos, a Graciosa ocupa, pela primeira vez, o segundo lugar com 3,34 kg, ficando apenas atrás das Flores.

 

 

PSD Graciosa condena governo por deixar ilha sem serviços mínimos

O PSD/Graciosa condenou a “total passividade” do governo regional em relação ao incumprimento dos serviços mínimos estipulados pelo tribunal arbitral para a recente greve da SATA, referindo que a ilha chegou a ficar sem ligações aéreas ao exterior.

“O PSD/Graciosa não pode deixar de manifestar a sua indignação, em defesa dos interesses dos graciosenses, e a sua perplexidade pela total passividade do governo regional no cumprimento pela SATA das determinações do tribunal arbitral, e igualmente pela inércia da câmara municipal que também não foi capaz de ter qualquer palavra na defesa da ilha Graciosa que, mais uma vez, se vê prejudicada pelo desinteresse de quem a governa”, afirmou, em comunicado, a comissão política de ilha de Santa Maria do partido.

Os social-democratas graciosenses salientaram que esta situação suscitou a “perplexidade de muitos graciosenses”, lembrando a “falta de cumprimento da existência de um toque por dia em cada uma das ilhas dos Açores conforme ficou deliberado no acórdão daquele tribunal relativo à greve dos dias 23, 24, e 25 de Abril e 2, 3, e 4 de Maio”.

A mesma contestação é feita pelos sindicatos que dizem que para além da ilha Graciosa ficaram mais três ilhas sem serviços mínimos.

O porta-voz da plataforma de sindicatos da SATA, Bruno Fialho, disse sexta-feira que a transportadora aérea não está a cumprir os serviços mínimos estipulados pelo Tribunal Arbitral para a greve em curso.

Bruno Fialho adiantou que deveria ter sido realizada uma aterragem em todas as ilhas do arquipélago, sendo que no caso de São Miguel e Terceira seriam duas as ligações a assegurar.

"Não foram cumpridas as aterragens em todas as ilhas por uma opção comercial do conselho de administração da Sata, que deixou de fora as ilhas do Pico, São Jorge, Graciosa e Terceira", disse o porta-voz da plataforma sindical.

A Sata respondeu em comunicado sobre estas acusações, esclarecendo que “está a cumprir as decisões do Tribunal Arbitral de Ponta Delgada, relativamente aos serviços mínimos a executar para os períodos de greve, os quais se enquadram no planeamento operacional da companhia”.

 


 

Graciosa perdeu 688 passageiros em apenas 3 meses

O ano de 2013 não está a ser favorável no que ao desembarque de passageiros diz respeito, no aeroporto da ilha Graciosa.

No mês de Março registou-se o desembarque de 1120 passageiros, quando no mesmo mês de 2012 tinha sido 1459.

De salientar que no 1º trimestre de 2012 a Graciosa recebeu 4 043 passageiros, enquanto este ano desembarcaram 3 355 passageiros, menos 688 passageiros em apenas 3 meses.

Uma quebra que apenas num trimestre já é significativa, para a nossa economia.

 

 
 

Cais do meio da Calheta começou a ser recuperado

Começaram as obras de recuperação do cais do meio da calheta. Conforme já tinha sido noticia, este património marítimo foi destruído pelo mau tempo que se fez sentir naquela zona balnear.

A propósito, convém salientar, que no cais das Fontinhas a escaleira de fora está em vias de desmoronar devido a várias pedras que abateram abaixo dos degraus. É uma situação que se não for recuperada vai causar prejuízos ainda maiores ao erário público.

 

 

Construção da Marginal Rochela-Lagoa já começou

As obras de execução do Projecto de Construção da Marginal Rochela-Lagoa arrancaram nos primeiros dias deste mês de Maio. A confirmação foi dada à Rádio Graciosa por Avelar Santos, Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa.

Os trabalhos de preparação dos terrenos já começaram, com esta a obra a ter um prazo de execução de 1 ano e custo de 1 milhão de euros.

Relembramos que este projecto consiste na reabilitação uma zona degradada, junto à porta de entrada da Ilha Graciosa, por mar e cria ainda uma zona de lazer, com ciclovia e zona pedestre.

 

 


Debate sobre a proposta de Estratégia Nacional para o Mar na Graciosa

A Estratégia Nacional para o Mar é uma proposta de instrumento de política pública que apresenta a visão de Portugal para o período 2013 – 2020 no que se refere ao modelo de desenvolvimento assente na preservação e utilização sustentável dos recursos e serviços dos ecossistemas marinhos, apontando um caminho de longo prazo para o crescimento económico, inteligente, sustentável e inclusivo, assente na componente marítima.

Na sessão, que decorreu em Santa Cruz da Graciosa, estiveram representadas as entidades da ilha e instituições ligadas à pesca profissional e actividades náuticas lúdicas e de lazer.
Segundo Frederico Cardigos trata-se de um documento importante, porque define quais serão as medidas prioritárias em relação à utilização do mar. E por isso está a ser dinamizada a sua discussão pública, pois segundo o Director Regional dos Assuntos do Mar, é necessário identificar, no documento extenso de mais de 400 páginas, irregularidades, mas também oportunidades e no caso de uma grande mobilização mostrar a grande força da região, em relação ao seu mar.
As mudanças ocorrerão conforme os contributos que forem dados, sobressaindo para já a articulação entre a legislação europeia e portuguesa.
Todos os cidadãos podem participar, através dos locais próprios na Internet, até ao dia 31 de Maio.
Também a presidir o evento esteve o Director Regional das Pescas, Luis Costa, que falou sobre o percurso que os Açores percorreram em relação ao mar e que levaram à mudança de como o mar é visto hoje no nosso país.
Luis Costa falou ainda da pretensão de alargar o projecto do Banco Condor a outros bancos tradicionais
O Director Regional das Pescas anunciou ainda que o governo não desiste, de colocar o limite da gestão do mar nas 200 milhas.
Luis Costa disse ainda que a tutela defende a criação de um conselho consultivo regional das regiões ultraperiféricas das pescas, de modo a que os pareceres possam chegar mais perto dos grandes decisores em Bruxelas.
A Associação de Pescadores Graciosenses e Clube Naval da Ilha Graciosa associaram-se à discussão deste documento de Estratégia Nacional para o Mar.

 


4 Óbitos e 2 nascimentos em Abril na Graciosa

A população da nossa Ilha continua a diminuir, conforme os dados dos primeiros 4 meses da Conservatória do Registo Civil de Santa Cruz da Graciosa.

Até 30 de Abril deste ano foram registados 18 óbitos e apenas 5 nascimentos. Entre Janeiro e Abril foi ainda celebrado 1 único casamento, no mês de Janeiro.

Os dados do Serviço de Saúde Materno Infantil, da Unidade de Saúde de Santa Cruz da Graciosa, indicam 11 nascimentos nos primeiros 4 meses deste ano, dos quais apenas 5 foram registados na Conservatória Santa-cruzense.

Desde o inicio do ano que se tem verificado uma diminuição nos nascimentos, prevendo-se novamente mais um ano em que os óbitos vão ser muito superiores aos nascimentos, levando a um envelhecimento e diminuição da nossa população tendência que se te mantido na última década.





PSD/Açores lamenta falhanço das políticas de coesão do governo regional

O PSD/Açores lamentou a falta de resultados do governo regional nas políticas destinadas às ilhas de menor dimensão considerando, por isso, “urgente uma revisão global das políticas desenvolvidas para que se atinja uma verdadeira e efectiva coesão regional”.

Em conferência de imprensa, no final das jornadas parlamentares do partido, que se realizaram na ilha de Santa Maria, o deputado social-democrata açoriano João Bruto da Costa considerou que “a generalidade dos modelos criados pelo governo regional estão hoje literalmente falidos” como se comprova pela “falta de planeamento e de políticas consequentes que levaram a investimentos desadequados e mal avaliados, cujo efeito, muitas vezes, parece que se esgotou no momento da sua inauguração”.

“O melhor exemplo desse total falhanço socialista”, disse, “reside no próprio conceito de ilhas da Coesão. Senão vejamos: quando foi apresentado, era, para o governo regional, uma forma de promover o crescimento nas ilhas do Corvo, Flores, S. Jorge, Graciosa e Santa Maria de forma a aproximá-las das restantes”.

Na verdade, reforçou, “cerca de dez anos depois da criação das ilhas de Coesão, em vez de se registar a necessária aproximação económica e de se ganhar estas ilhas para o desenvolvimento sustentável, verificamos que outras se atrasaram, integrando-se agora também neste conceito”.

“As políticas do governo socialista, não só não puxaram estas ilhas para cima, arrastaram outras para baixo”, acrescentou exemplificando com o que se passa na empresa Ilhas de Valor que foi “criada para agir nas ilhas mais frágeis, mas que hoje concentra os seus investimentos nas ilhas maiores”.

Para o parlamentar social-democrata açoriano há indícios de que estas ilhas poderão ter ainda mais problemas: “adivinha-se uma reforma do sector da Saúde que, ao que tudo indica pelos sinais que vão chegando, contribuirá para dificultar ainda mais o acesso dos cidadãos das ilhas mais pequenas a cuidados de Saúde”.

João Bruto da Costa criticou ainda “o governo regional por permitir, e talvez incentivar, que fosse a própria administração da SATA a ter uma interpretação redutora e a violar os serviços mínimos durante as recentes greves, prejudicou deliberadamente os açorianos, em particular das ilhas mais pequenas. O governo agiu com intuitos pouco claros, eventualmente de ‘quanto pior melhor’, que só o futuro clarificará”.

 

Twitter Facebook Favorites More