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João
Costa, que comentava a noticia avançada pela Rádio Graciosa, na semana passada,
sobre o não entendimento entre a Câmara e a empresa que gere a Galp, afirmou
que o Executivo Municipal deveria expulsar daquele terreno a Bomba de
combustível, visto que aquele local, para além de pertencer à Câmara Municipal,
é uma Bomba Relógio e por isso os interesses dos Graciosenses devem ser postos
em primeiro lugar.
O
deputado do PSD disse ainda que a Galp, como grande empresa, tem mais que
condições financeiras para proceder as Obras devidas e mudar de lugar, dizendo
ainda João Costa que não sabe porque razão não o faz, nem se há algum jogo de
interesses oculto.
O Social
Democrata disse ainda que a Câmara Municipal tem muita facilidade em resolver
este problema.
No
entender de João Costa o Executivo Municipal deveria “dar um murro na mesa” e
dizer que se aquele terreno pertence ao Concelho, a Galp não pode estar naquele
lugar.
João
Bruto da Costa disse que houve uma ocasião em que se percebia a não insistência
da Câmara em tentar resolver o problema, que era quando a Galp era a única
Bomba na Graciosa.
A partir
do momento em que isso deixou de acontecer e a Galp não fez as devidas obras,
para o deputado graciosense a empresa de combustível não tem direito de estar
num terreno que foi emprestado pela autarquia, até que a empresa fizesse as
devidas obras.
A Bomba
da Galp, em Santa Cruz da Graciosa, a continuar a dar que falar.



terça-feira, dezembro 11, 2012
Rádio Graciosa
