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Rádio Graciosa


07 dezembro 2012

CCAH pede medidas de emergência que acautelem interesses da Região



A Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) está muito preocupada com o prolongamento da greve dos estivadores nos Portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro, considerando que devem ser tomadas medidas de emergência para minimizar os efeitos nefastos que a situação tem tido na economia local. 
A Associação Empresarial das Ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa encara a situação como insustentável, especialmente neste período natalício, onde as empresas estão dependentes da chegada de mercadorias para renovar os stocks existentes e fazer face aos pedidos e encomendas dos clientes. Além da rutura de stocks, as empresas lidam, ainda, com o facto dos produtos mais sensíveis (pão, iogurtes ou outros) chegarem no limite do prazo de validade ou mesmo com o produto estragado. 
A CCAH considera inadmissível que esta situação se prolongue há já cinco meses, provocando graves constrangimentos às empresas locais e causando enormes prejuízos à economia local, invocando, por isso, medidas de emergência capazes de acautelar os interesses das empresas dos Açores, que, por via da sua insularidade, estão dependentes do transporte de mercadorias por via marítima.
A Rádio Graciosa que esta semana já tinha alertado para esta situação, contactou o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, Manuel Avelar Santos, a fim de saber se o Executivo Municipal já tinha feito algo no sentido de pressionar o Governo Regional para que este faça alguma coisa para que as empresas graciosenses não saiam prejudicadas.
Avelar Santos em declarações è Rádio Graciosa afirmou que a Câmara já entrou em contacto com o Governo para que este zele pelos interesses da Graciosa. Segundo o autarca o Governo Regional já está a trabalhar para que os Açores não saíam prejudicados.

Esta greve dos Estivadores tem prejudicado e muito os empresários Graciosenses. 

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