O PSD/Graciosa exigiu
Sábado "a imediata demissão da administração da Unidade de Saúde da
ilha", considerando que "a situação da gestão do sector na Graciosa
ultrapassou todos os limites numa sociedade democrática", disse o líder
local do partido, para quem "a generalizada contestação à referida gestão,
resulta da desorientação política em curso e das incompreensíveis atitudes, que
não se podem manter".
Na conferência de imprensa,
João Bruto da Costa lembrou que "as simpatias políticas são mais
importantes do que a competência técnica e curricular de quem está ao serviço
da saúde na Graciosa", referindo-se à colocação de funcionários "em
funções para as quais não têm preparação.
A Administração da
Unidade de Saúde é criticada pelos PSD's Graciosa por assumir as simpatias
politicas como mais importantes do que a competência técnica e curricular, um
afastamento da população, nomeações ilegais, concursos de pessoal cujos
resultados colocam quem tem relações de proximidade com o poder vigente, e falta de apoio aos especialistas levando
alguns a não querer mais vir à ilha em serviço.
O PSD Graciosa pela
voz do seu presidente João Costa tornou ainda público "uma verdadeira
desorganização na administração do Centro de Saúde, com recusas de
comprovativos aos pedidos de esclarecimentos formulados, passando pela não
autorização de deslocações de doentes, especialistas que se recusam a vir à
Graciosa enquanto se mantiver em funções a actual administração, e uma
denunciada ilegalidade nos horários acrescidos", concluiu.
João Bruto da Costa disse
que o PSD exige uma mudança, pois é o que é preciso perante a contestação que
os graciosenses têm feito chegar ao PSD Graciosa.
Depois das eleições de 14 de Outubro, houve
pessoas que constavam das listas do PSD, que foram mudadas das suas funções na
Unidade de Saúde quando voltaram ao trabalho.
O Líder social-democrata afirma ainda que as
pessoas não devem deixar de lutar pelos seus direitos e denunciar o que está
mal.
O Governo regional tem que tomar uma decisão
neste caso o mais rápido possível, pois segundo João Costa, até porque ainda
está em funções e deverá por isso tomar as medidas que são necessárias.
Para o PSD Graciosa, a demissão da actual
administração é inevitável.
Um serviço de saúde
que é público, e que deve servir todos por igual, sem olhar às opções políticas
dos cidadãos", não existe na Graciosa e por isso o PSD/Graciosa pede a
demissão da actual direcção da Unidade de Saúde.



sábado, outubro 20, 2012
Rádio Graciosa
