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Rádio Graciosa


24 setembro 2012

PSD apresentou a Lista pela Graciosa


Numa Sala cheia o Partido Social de Democrata deu a conhecer aos Graciosenses a Lista que concorrerá pela Graciosa às eleições regionais de 14 de Outubro, na sede do Sporting Clube de Guadalupe.  

Num comício que teve a presença da candidata a presidente do Governo Regional, Berta Cabral, e do ex líder Nacional do PSD, Luis Marques Mendes, os sociais democratas pela Graciosa apresentaram-se à Comunidade confiantes numa grande vitória em Outubro.

João Bruto da Costa, cabeça de lista do PSD pelo círculo da Graciosa, no seu discurso, afirmou que os graciosenses têm no próximo dia 14 de Outubro a oportunidade de mudar e de dizerem quem querem a liderar o próximo Governo Regional.

O candidato pelo círculo da Graciosa afirmou que é crucial dar oportunidades aos jovens graciosenses, oportunidades de criarem o seu próprio emprego e oportunidade de formarem família, na sua terra, dizendo ainda, em jeito de ataque ao Partido Socialista, que não é serio nem de bom tom que se prometa empregos a jovens em vésperas de eleições.


João Bruto da Costa enumerou vários sectores de importância extrema, na opinião dos sociais democratas, para o desenvolvimento da Ilha Graciosa, como a agricultura, os transportes as pescas, mas foi para a saúde de onde vieram os principais ataques ao PS. João Costa afirmou que não admissível haja graciosenses de 1ª e graciosenses de 2ª e por isso é importante que uma mudança, uma mudança que dê as mesmas oportunidades a todos os Graciosenses no acesso aos cuidados de Saúde.

 
Quem também atacou a Saúde na Graciosa, foi Luis Marques Mendes, que no seu discurso afirmou que em poucas horas na Graciosa, muitas pessoas lhe contactaram a falar mal da Saúde na Ilha.

Marques Mendes no seu discurso teceu várias criticas ao serviço público de Saúde na Graciosa, dizendo mesmo que o Centro de Saúde na Graciosa mais parece uma clínica privada.


A candidata do PSD/Açores a presidente do governo, no seu discruso, desafiou os restantes partidos a aprovar a sua proposta de redução do número de deputados, considerando que quem votar contra apenas “quer manter as mordomias”.
“Sei que um único partido não tem condições para reduzir sozinho o número de deputados. Mas fica aqui o desafio. O PSD quer reduzir o número de deputados e vai assumir uma proposta para esse efeito”, afirmou Berta Cabral, na apresentação dos candidatos do partido pela ilha Graciosa às eleições legislativas regionais de 14 de outubro.
A líder social-democrata salientou que os partidos que venham a votar contra a proposta de redução do número de deputados na Assembleia Legislativa dos Açores só pretendem “deixar as coisas como estão”.
“Aqueles que votarem contra é porque querem manter mordomias, o número de deputados e os salários. Querem manter as coisas como estão, porque é como estão que lhes dá jeito”, disse.
Berta Cabral sublinhou que “o exemplo tem de vir de cima” para que se possa “moralizar a política”, reafirmando que pretende cortar em 25 por cento o vencimento de todos os titulares de cargos políticos e reduzir para sete o número de secretarias regionais.
A candidata do PSD/Açores deu como exemplo a diminuição do número de membros do governo regional, através da qual se vai “reduzir o número de chefes de gabinete, assessores, secretárias, carros e despesas”.
“Tudo isso traduz-se numa poupança de 21 milhões de euros por ano”, assegurou.

A líder social-democrata ouviu grandes elogios de Marques Mendes, que disse que Berta Cabral é “uma mulher competente e experiente, mas acima de tudo seríssima”.
Marques Mendes salientou que Berta Cabral é a candidata “mais capaz, mais competente, mais experiente e que dá maiores garantias de defender os Açores e os açorianos”.
“Vamos reforçar o complemento regional de pensão para os idosos em 20 por cento. Vamos reforçar o apoio à aquisição de medicamentos em 20 por cento. Vamos reforçar o complemento regional de abono de família em 20 por cento”, garantiu.
Berta Cabral acrescentou que quer também “aliviar a carga fiscal” na classe média através da criação de um subsídio de insularidade até cinco por cento do vencimento base até aos dois mil euros, destinado aos trabalhadores do sector privado que venham a ser penalizados com o aumento de sete por cento nos descontos para a segurança social.
“Fazemos como o Robin dos Bosques: tiramos aos que têm mais para dar aos que têm menos. Isso é que é governar para as pessoas”, frisou.


O PSD apresentou-se assim aos Graciosenses.


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