Aproxima-se a
hora da decisão dos açorianos sobre o futuro governo regional para a próxima
legislatura.
Vão-se
conhecendo as propostas que os diferentes partidos apresentam para enfrentar os
tempos difíceis que atravessamos.
Os Açores têm um
grande desafio pela frente nos próximos anos. Com um desemprego a atingir números
nunca antes vistos, com as dificuldades conhecidas de crédito, com a
desertificação das ilhas mais pequenas e com a grave crise social que
atravessamos em que os números da pobreza e do RSI batem recordes a nível
nacional, é impossível ignorar essas realidades se tivermos, de facto, algum
sentido de responsabilidade.
É pois neste
quadro de grandes desafios futuros que os açorianos serão chamados a fazer a
escolha de quem querem que assuma as rédeas da governação, e onde podem optar
por quem tem as melhores condições para inverter este quadro de dificuldades.
O nosso futuro
comum será decidido entre a escolha da continuidade protagonizada pelo Partido
Socialista e a mudança segura apresentada pelo PSD com a liderança de Berta Cabral.
O novo ciclo da
autonomia, que se iniciará a partir de Outubro, assume-se pela necessidade de
dar um passo em frente no nosso caminho comum. Nessa medida, a criação de
emprego, e desde logo a criação de emprego para jovens, assume uma particular
importância.
Não existem
receitas milagrosas para fazer face a este desafio, no entanto, as propostas
que os partidos apresentam aos açorianos servirão para que cada um possa avaliar
quem pode, de facto, ter as soluções que melhor respondem aos desafios futuros.
São já
conhecidas as linhas mestras apresentadas por Berta Cabral para o futuro dos
Açores como a criação de uma região económica, potenciada pela aposta no
mercado interno que desenvolva a produção local das ilhas, que, assumindo
escala para poder chegar a outros mercados possa, assim, valorizar o que é
produzido localmente e que, pelos constrangimentos que todos conhecemos não
permitem um desenvolvimento sustentável!
Nessa medida é
essencial alterar a relação de mobilidade de cargas e passageiros entre as ilhas,
em especial actuando nas mudanças necessárias ao nível dos transportes marítimos
mas também, e sobretudo, a nível dos preços das viagens aéreas.
É aqui que
reside uma boa parte dos problemas que o PS já mostrou ser incapaz de assumir e
resolver, e que Berta Cabral soube trazer para as prioridades do seu futuro
Governo.
Um novo ciclo,
com um mercado interno a funcionar e a desenvolver as produções locais,
oferecendo mercado e permitindo o desenvolvimento sustentável das ilhas mais
pequenas como a Graciosa é a opção oferecida por Berta Cabral. Está na mão dos açorianos escolher o seu futuro.



quarta-feira, setembro 05, 2012
Rádio Graciosa