O Programa Regional de Controlo da Dor, lançado em 2009 nos
Açores, pretende realizar o primeiro estudo epidemiológico para conhecer a
dimensão desta doença, que se estima possa afetar 35 por cento da população do
arquipélago.
“O que sabemos é que, no estudo nacional, a região também
foi estudada e tem muitos doentes. A nível nacional, a percentagem é 30 a 35
por cento e pensa-se que seja a mesma nos Açores, ou mais alta”, afirmou Teresa
Flor de Lima, coordenadora do programa, em declarações à Lusa.
Teresa Flor de Lima salientou que vai ser proposta à Direção Regional de Saúde a intenção de realizar o primeiro estudo sobre a incidência da dor nos Açores, que gostaria de ver realizado "ainda este ano ou talvez no próximo ano".
O Hospital de Ponta Delgada dispõe de uma unidade multidisciplinar da dor, enquanto nos hospitais de Angra do Heroísmo e da Horta existem há cerca de um ano consultas de dor crónica.
Segundo Teresa Flor de Lima, a consulta no Hospital de Ponta Delgada, que funciona há 10 anos, está "sobrecarregada", com 1.200 doentes permanentes, dos quais metade são idosos.
Este serviço recebe "anualmente entre 300 a 350 novos doentes", sendo a principal dor a osteo-articular.
Teresa Flor de Lima salientou que vai ser proposta à Direção Regional de Saúde a intenção de realizar o primeiro estudo sobre a incidência da dor nos Açores, que gostaria de ver realizado "ainda este ano ou talvez no próximo ano".
O Hospital de Ponta Delgada dispõe de uma unidade multidisciplinar da dor, enquanto nos hospitais de Angra do Heroísmo e da Horta existem há cerca de um ano consultas de dor crónica.
Segundo Teresa Flor de Lima, a consulta no Hospital de Ponta Delgada, que funciona há 10 anos, está "sobrecarregada", com 1.200 doentes permanentes, dos quais metade são idosos.
Este serviço recebe "anualmente entre 300 a 350 novos doentes", sendo a principal dor a osteo-articular.



sexta-feira, março 09, 2012
Rádio Graciosa
