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Rádio Graciosa


27 julho 2011

Deputados do PP constaram que problemas da Graciosa tem resolução fácil.

O CDS-PP terminou ontem as suas jornadas parlamentares na ilha Graciosa.

Os Deputados da bancada parlamentar do PP, vieram a esta ilha, para reunir com a Câmara Municipal, com o Núcleo Empresarial e visitar as Termas do Carapacho, para além de proceder a vários contactos com a população Graciosense.

“Coesão e Desenvolvimento Regional” foi o tema escolhido para esta visita em que puderam conhecer os constrangimentos que existem ao desenvolvimento, para poderem “propor acções e iniciativas que visem minimizar os impactos na economia local.


O Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores, afirma que os populares estão “preocupados com a tendência de desertificação” da ilha Graciosa, uma ilha em que as politicas de coesão foram “praticamente ineficazes” e isso verifica-se na constante desertificação.

Alguns investimentos não tem sido lucrativos para a ilha, é o exemplo da estação de infra sons que não criou nenhum posto de trabalho na Graciosa.

Existem impedimentos ao desenvolvimento da ilha, situações que Artur Lima classifica de “incompreensíveis”, como é o caso da zona industrial, que existe apenas no PDM. Os empresários não podem criar a sua empresa ou pequena indústria, porque irão entrar em incumprimento, ao construir fora da zona industrial.

O líder da bancada Parlamentar do PP, afirma que a autarquia não está isenta de culpas da situação da Graciosa, pois tem que ser mais “intreventiva e reenvindicativa” e disse não valer a pena investir em obras que não sejam reprodutiva e úteis à pessoas.

Artur Lima estranha ainda a falta de investimento da autarquia na área das águas, assunto importantíssimo ainda para mais por sermos reserva da Biosfera.

A falta de um Matadouro Industrial é também “incompreensível”, segundo os deputados do PP.

Os constragimentos nos transportes aéreos, os investimentos feitos por si só como o caso do hotel, que apenas o fluxo resultante dos contratos com o Inatel fazem com que já não tenha fechado, são exemplos de falhanços do Governo para com a Graciosa e os Graciosensenses.

Governo, autarquia e empresários tem que se articular, é assim que segundo Artur Lima a Graciosa conseguirá resolver os seus problemas, sem necessidade de investimentos megalómanos.
Os deputados do PP afirmam haver áreas de investimento da ilha que podem ser mais bem exploradas como o turismo, captando turismo interno e fazer renascer outras, como por exemplo, potenciar o renascer da cultura da vinha, estando grande parte da área classificada está abandonada, assunto em que Artur Lima critica o governo e a autarquia de não se interessarem.



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