A presidente do PSD/Açores considerou esta manhã que “a agricultura biológica é uma estratégia de futuro para os Açores”, classificando a actividade como “uma forma de diversificar o tradicional, chegando a públicos novos, nomeadamente mais sensíveis às questões ambientais”, e que “claramente se enquadra em ilhas como as nossas, onde comprovadamente pode ser rentável”.
Falando após uma visita a uma exploração de agricultura biológica, na freguesia das Fontinhas, Berta Cabral referiu que “esta é uma exploração que impressiona qualquer pessoa e que demonstra como se pode inovar, com muita dedicação, de uma forma rentável, e talvez até mais rentável que em algumas explorações tradicionais, mas pensando na saúde e nos cuidados ambientais”, afirmou.
A líder social-democrata disse mesmo que “vou daqui com a responsabilidade de divulgar uma experiencia que não é pontual, mas sim que excede as expectativas, apenas não produzindo mais porque não pode”, explicou, acrescentando que “se há mercado para estes produtos e eles são vendidos na sua totalidade, então há uma concorrência com as outras explorações, o que pode acontecer para qualquer parte da região ou do país, aventando mesmo o seu proprietário para um regime de franshising nos Açores”.
Berta Cabral preconiza também que haja “acções de formação e de informação, dirigidas aos agricultores mais jovens, introduzindo assim as especificidades e orientações deste tipo de explorações, mesmo ao nível dos currículos escolares, assim como as preocupações ambientais, de nutrição e de um equilíbrio saudável do organismo, que poderão despertar consciências entre os açorianos”, concluiu.
Falando após uma visita a uma exploração de agricultura biológica, na freguesia das Fontinhas, Berta Cabral referiu que “esta é uma exploração que impressiona qualquer pessoa e que demonstra como se pode inovar, com muita dedicação, de uma forma rentável, e talvez até mais rentável que em algumas explorações tradicionais, mas pensando na saúde e nos cuidados ambientais”, afirmou.
A líder social-democrata disse mesmo que “vou daqui com a responsabilidade de divulgar uma experiencia que não é pontual, mas sim que excede as expectativas, apenas não produzindo mais porque não pode”, explicou, acrescentando que “se há mercado para estes produtos e eles são vendidos na sua totalidade, então há uma concorrência com as outras explorações, o que pode acontecer para qualquer parte da região ou do país, aventando mesmo o seu proprietário para um regime de franshising nos Açores”.
Berta Cabral preconiza também que haja “acções de formação e de informação, dirigidas aos agricultores mais jovens, introduzindo assim as especificidades e orientações deste tipo de explorações, mesmo ao nível dos currículos escolares, assim como as preocupações ambientais, de nutrição e de um equilíbrio saudável do organismo, que poderão despertar consciências entre os açorianos”, concluiu.



segunda-feira, agosto 10, 2009
Rádio Graciosa