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Rádio Graciosa


02 abril 2009

Um Governo que promete mas não cumpre, que anuncia mas não faz, diz João Costa na ALRAA.

João Costa subiu ontem à tribuna para falar do orçamento para a ilha Graciosa, tendo destacado o parecer negativo do Conselho de Ilha e que foi aprovado pela unanimidade dos conselheiros, incluindo o Partido Socialista.
O deputado Graciosense defendeu a ilha, afirmando que o Governo promete muito sobre coesão,” mas que em resultados nada compromete”, maniatando a Graciosa no “habitual adiamento, aliado à confirmação de colocar também o conceito de coesão, em profunda e confirmada crise regional”, esta última bem patente pelo aumento dos beneficiários do RSI, com cerca de uma centena de novos processos desde Novembro passado.
Os deputados graciosenses do PS são criticados quando João Costa afirmou que “os seguidistas do costume, aqueles que quando todos estão indignados se escondem, mas que se acotovelam para aparecer perante a primeira ilusão de contentamento, esses, logo assumiram esta alteração orçamental como uma excelente resposta às necessidades da ilha.” E citamos.
Como obras prometidas e ou apresentadas e que ficam por cumprir, João Costa elencou a requalificação do areal da freguesia de S. Mateus, a ampliação e melhoria do matadouro, protecção orla costeira da zona do Degredo, obra de pavimentação de 12 quilómetros de estrada, entre as Pedras Brancas-Limeira-Porto Afonso, obra para o Barro Vermelho, a obra da Piscina das Courelas, bem como a construção de um núcleo de recreio náutico, construção de uma creche e jardim-de-infância e consolidação do porto de pescas em Santa Cruz e loteamento da Fonte do Mato (II fase), obras para as quais não existe verba no plano de 2009.
O deputado graciosense constata ainda que ”perante todas as matéria abordadas pelo Concelho de Ilha, e tidas por fundamentais para o crescimento económico, social, e até demográfico da ilha, o Governo limitou-se a consagrar a previsão de execução de um furo de captação de água para abastecimento à lavoura da ilha” e que o capítulo “Juventude” para a ilha Graciosa é dotado com ZERO euros.
A concluir a sua intervenção no parlamento açoreano, do deputado social democrata afirmou estar à vista a falta de credibilidade do Governo “quando inscrevem verbas nos sucessivos planos ou as anunciam em comunicados do Conselho de Governo,” pois a “ilha Graciosa merecia mais respeito” com “um Governo que promete mas não cumpre, que anuncia mas não faz, um Governo esgotado, sem ideias para responder aos desafios...”.

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