O líder do PSD/Açores assumiu um compromisso de mudança para a região, caso o seu partido "vença as eleições de Outubro próximo e forme governo". Costa Neves falava na apresentação do programa eleitoral do PSD/Açores, uma missiva com o mote "Melhor é Possível”.
"Os açorianos, na sua maioria, deixaram de acreditar, estão desiludidos e indiferentes", disse o candidato social-democrata à presidência do executivo regional, acrescentando que "face à actividade política" muitos dizem ser "tudo igual", ao que respondeu "não, não é tudo igual. Nem o PSD é igual ao PS, nem eu sou igual ao Carlos César", definindo assim as diferenças existentes da oferta de soluções que seu partido apresenta aos eleitores.
Numa toada de valores que pretendem "melhorar as condições dos que vivem nos Açores", Costa Neves declarou-se "personalista, humanista e reformista", num retrato aberto em que diz acreditar e confiar nas "capacidades das pessoas livres", pelo que a sua diferente visão de encarar "a relação entre o governo e a sociedade civil" pretende "devolver aos açorianos uma liberdade que está perdida", referiu.Costa Neves quis deixar claro que "a mudança não comporta risco nenhum", já que "nestes Açores de agora, é necessário restituir a esperança". E, "em tempos de novas oportunidades", basta querer e fazer por isso porque "por nós, faz-se a hora em Outubro", concluiu o líder do PSD/Açores.
"Os açorianos, na sua maioria, deixaram de acreditar, estão desiludidos e indiferentes", disse o candidato social-democrata à presidência do executivo regional, acrescentando que "face à actividade política" muitos dizem ser "tudo igual", ao que respondeu "não, não é tudo igual. Nem o PSD é igual ao PS, nem eu sou igual ao Carlos César", definindo assim as diferenças existentes da oferta de soluções que seu partido apresenta aos eleitores.
Numa toada de valores que pretendem "melhorar as condições dos que vivem nos Açores", Costa Neves declarou-se "personalista, humanista e reformista", num retrato aberto em que diz acreditar e confiar nas "capacidades das pessoas livres", pelo que a sua diferente visão de encarar "a relação entre o governo e a sociedade civil" pretende "devolver aos açorianos uma liberdade que está perdida", referiu.Costa Neves quis deixar claro que "a mudança não comporta risco nenhum", já que "nestes Açores de agora, é necessário restituir a esperança". E, "em tempos de novas oportunidades", basta querer e fazer por isso porque "por nós, faz-se a hora em Outubro", concluiu o líder do PSD/Açores.



segunda-feira, julho 21, 2008
Rádio Graciosa