Liberato Fernandes acrescentou, que em relação À SATA e TAP, espera sinceramente que estas empresas passem a cumprir plenamente o serviço público, atendendo que recebem subsídios do Governo, a fim de não prejudicar ilhas como a Graciosa.
Segundo Liberato Fernandes, na constituição democrática portuguesa, no capítulo de economia, não existe qualquer referência ao mar, à economia marítima, a qual foi durante dezenas de anos a base para todos os outros sectores.
Nem o Governo da República nem o Governo Regional, dão a importância que deveriam dar em relação à actividade piscatória. Este facto comprova-se pelo facto das várias associações relacionadas com a actividade piscatória serem da opinião de que o actual ministro não ter qualquer sensibilidade em relação à pesca e aos pescadores.
Liberato Fernandes ainda acrescentou que realmente os portos de pesca têm melhorado, como as infra-estruturas ligadas a esta actividade, um pouco para todas as ilhas. No entanto este processo tem sido lento já que existe pesca desde o povoamento nas ilhas açorianas.
Liberato Fernandes, presidente da Federação de Pescas dos Açores a defender os direitos da actividade piscatória.



quarta-feira, junho 11, 2008
Rádio Graciosa