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Rádio Graciosa


11 junho 2008

Governos não dão importância real à actividade piscatória.

Segundo Liberato Fernandes um dos principais problemas que está a afectar o sector piscatório em algumas ilhas, nomeadamente na Graciosa, é a falta de escoamento do pescado, este problema tem-se verificado principalmente pelo facto do Porto Comercial não estar operacional, situação esta que tem de ser resolvida o mais rapidamente possível pelo Governo Regional.
Liberato Fernandes acrescentou, que em relação À SATA e TAP, espera sinceramente que estas empresas passem a cumprir plenamente o serviço público, atendendo que recebem subsídios do Governo, a fim de não prejudicar ilhas como a Graciosa.
Segundo Liberato Fernandes, na constituição democrática portuguesa, no capítulo de economia, não existe qualquer referência ao mar, à economia marítima, a qual foi durante dezenas de anos a base para todos os outros sectores.
Nem o Governo da República nem o Governo Regional, dão a importância que deveriam dar em relação à actividade piscatória. Este facto comprova-se pelo facto das várias associações relacionadas com a actividade piscatória serem da opinião de que o actual ministro não ter qualquer sensibilidade em relação à pesca e aos pescadores.
Liberato Fernandes ainda acrescentou que realmente os portos de pesca têm melhorado, como as infra-estruturas ligadas a esta actividade, um pouco para todas as ilhas. No entanto este processo tem sido lento já que existe pesca desde o povoamento nas ilhas açorianas.
Liberato Fernandes, presidente da Federação de Pescas dos Açores a defender os direitos da actividade piscatória.

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