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Rádio Graciosa


24 junho 2008

Carlos César defende isenção de taxas sobre emissões de CO2 para as rotas aéreas de serviço público.

O presidente do Governo dos Açores defendeu que “as rotas de serviço público, dentro das regiões ultraperiféricas, como entre estas e os seus espaços nacionais de referência, não podem ser penalizadas” pelas taxas sobre emissões de dióxido de carbono decretadas pela União Europeia.
Carlos César disse ainda que, para além da isenção de taxas sobre todas as rotas de serviço público, pugna também por igual medida relativamente às escalas técnicas, em regiões ultraperiféricas, de voos provenientes de países extra-comunitários, como acontece nos Açores.
O presidente do Governo, que falava no final de uma audiência concedida aos deputados europeus Paulo Casaca e Emanuel Jardim Fernandes, manifestou a opinião de que esta questão está mal equacionada pelos órgãos da União Europeia.
Justificando, frisou que os Açores não só já cumpriram, em 2008, o que a União Europeia pretende fazer cumprir para 2010 e 2012, nesses âmbitos, como também já cumpriram, antecipadamente, todas as ambições internacionais que têm sido referidas.

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