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Rádio Graciosa


14 fevereiro 2008

Unidade de sangue não foi transportada para a Graciosa devido a uma falta de comunicação.

Em Dezembro de 2007, o Líder Parlamentar do CDS-PP Açores, Artur Lima, pediu explicações ao Governo Regional sobre o insólito caso do meio litro de sangue que foi pedido pelo Centro de Saúde de Santa Cruz da Graciosa ao Hospital de Angra e que não foi transportado pela SATA Air Açores com a celeridade necessária.Em requerimento entregue neste mesmo mês, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Artur Lima pretendia saber qual a justificação para que a unidade de sangue não tenha sido transportada no dia 14 de Dezembro, tal como seria dado acontecer.
O Governo Regional já deu resposta ao requerimento feito por Artur Lima, e segundo do que consta no documento, “a unidade de sangue não foi transportada no voo SP452 de 14 de Dezembro da Terceira para a Graciosa devido a uma falta de comunicação, lamentável, entre o funcionário responsável pela carga e o comandante da aeronave”.
Ainda o Governo Regional explica que “quando é atingido o limite de peso, e por regra, a SATA dá prioridade aos passageiros confirmados e á respectiva bagagem, em prejuízo da carga e correio. No entanto, tratando-se de carga especial (unidade de sangue com 2 kgs) de transporte urgente, com prioridade em relação à restante carga”.A terminar o Governo Regional informa de que “na sequência do sucedido, a SATA já procedeu à revisão dos procedimentos internos de forma a evitar que tais situações se voltem a repetir”, e citamos a resposta do Governo Regional ao requerimento feito pelo CDS-PP.

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