Os Trabalhadores Social Democratas emitiram um comunicado em que consideram que , “de acordo com o Orçamento para 2008, mais uma vez o Governo Socialista agrava as condições de vida dos trabalhadores e das suas famílias. Com este Governo e com esta maioria, são os trabalhadores, em especial os reformados e deficientes, que vêem diminuir os seus rendimentos".
Chama ainda atenção para a intenção do “Governo Socialista aumentar o IRS para todos os reformados com pensões acima dos 630 euros, penalizando os orçamentos familiares, já de si delapidados com os aumentos verificados na saúde, na educação, nos transportes e na Justiça.
Entretanto, a carga fiscal sobre os produtos petrolíferos atinge já 80% do custo dos produtos, significando que por cada euro de combustível, 80 cêntimos entram directamente nos cofres do Estado.
No início do próximo ano teremos as habituais “correcções” de bens essenciais de consumo, cujos aumentos penalizarão as pessoas e as famílias em geral
Aos trabalhadores da Função Pública é “oferecido” um aumento de 2,1 %, o que é manifestamente insuficiente para repor a perda do poder de compra, que vem sucessivamente diminuindo desde há sete anos a esta parte. Como é perfeitamente compreensível, isso terá enormes reflexos na Região e penalizará não só os Açorianos que trabalham na função pública, como também todos os outros, dado que este valor (2,1%) será tido como referência para a restante contratação colectiva nas empresas privadas.
Por isso, numa Região que, segundo o Vice-presidente do Governo, se caracteriza pelo superavit, os TSD/Açores propõem um aumento de 3,6% para a Administração Pública Regional em 2008, sob a forma de complemento salarial, dado que só assim se poderá minimizar os efeitos negativos que as presentes políticas têm sobre os trabalhadores e sobre as famílias em geral” e citámos.
Chama ainda atenção para a intenção do “Governo Socialista aumentar o IRS para todos os reformados com pensões acima dos 630 euros, penalizando os orçamentos familiares, já de si delapidados com os aumentos verificados na saúde, na educação, nos transportes e na Justiça.
Entretanto, a carga fiscal sobre os produtos petrolíferos atinge já 80% do custo dos produtos, significando que por cada euro de combustível, 80 cêntimos entram directamente nos cofres do Estado.
No início do próximo ano teremos as habituais “correcções” de bens essenciais de consumo, cujos aumentos penalizarão as pessoas e as famílias em geral
Aos trabalhadores da Função Pública é “oferecido” um aumento de 2,1 %, o que é manifestamente insuficiente para repor a perda do poder de compra, que vem sucessivamente diminuindo desde há sete anos a esta parte. Como é perfeitamente compreensível, isso terá enormes reflexos na Região e penalizará não só os Açorianos que trabalham na função pública, como também todos os outros, dado que este valor (2,1%) será tido como referência para a restante contratação colectiva nas empresas privadas.
Por isso, numa Região que, segundo o Vice-presidente do Governo, se caracteriza pelo superavit, os TSD/Açores propõem um aumento de 3,6% para a Administração Pública Regional em 2008, sob a forma de complemento salarial, dado que só assim se poderá minimizar os efeitos negativos que as presentes políticas têm sobre os trabalhadores e sobre as famílias em geral” e citámos.



quarta-feira, novembro 28, 2007
Rádio Graciosa