O Presidente do Governo dos Açores congratulou-se hoje pela decisão da Comissão Internacional Oslo-Paris (OSPAR) em aceitar a jurisdição de Portugal sobre a Fonte Hidrotermal de Grande Profundidade Rainbow, que se situa junto ao arquipélago dos Açores.
Esta classificação estende a jurisdição de Portugal para lá de qualquer Zona Económica Exclusiva (ZEE) e é um acto de grande visão internacional para a conservação dos mares, ao mesmo tempo que reforça a posição de vanguarda do nosso País nesta matéria, considera Carlos César.
A classificação agora feita ao nível da Comissão OSPAR vem dar razão ao Governo da Região que propôs à Assembleia Legislativa a criação de um Parque Marinho dos Açores cuja fronteira exterior não se limitasse às 200 milhas. Assim, o novo Parque Marinho, neste momento em fase de descrição jurídica, contará com uma área de 2.215 hectares para lá da ZEE açoriana
Esta estrutura subaquática, que há diversos anos tem vindo a ser estudada por parcerias internacionais incluindo o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, foi submetida a classificação pelo Estado Português sob proposta do Governo Regional.
Refira-se que esta proposta foi apresentada numa reunião do Grupo de Trabalho sobre Áreas, Espécies e Habitats Marinhos da Comissão OSPAR, realizada em Outubro de 2006, na cidade da Horta e com organização da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
A presente classificação será respeitada por todos os Estados membros da Comissão OSPAR. No entanto, apenas depois de terminados e aprovados em sede das Nações Unidas os trabalhos para a extensão da plataforma continental, esta classificação será aceite por todos os países do mundo.
O Governo dos Açores congratula-se pelo resultado dos esforços efectuados pela representação portuguesa na Comissão OSPAR e reitera a importância do papel da Estrutura de Missão para Extensão da Plataforma Continental cujos os trabalhos se desenrolam neste momento, precisamente, sobre a área classificada.
Esta classificação estende a jurisdição de Portugal para lá de qualquer Zona Económica Exclusiva (ZEE) e é um acto de grande visão internacional para a conservação dos mares, ao mesmo tempo que reforça a posição de vanguarda do nosso País nesta matéria, considera Carlos César.
A classificação agora feita ao nível da Comissão OSPAR vem dar razão ao Governo da Região que propôs à Assembleia Legislativa a criação de um Parque Marinho dos Açores cuja fronteira exterior não se limitasse às 200 milhas. Assim, o novo Parque Marinho, neste momento em fase de descrição jurídica, contará com uma área de 2.215 hectares para lá da ZEE açoriana
Esta estrutura subaquática, que há diversos anos tem vindo a ser estudada por parcerias internacionais incluindo o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, foi submetida a classificação pelo Estado Português sob proposta do Governo Regional.
Refira-se que esta proposta foi apresentada numa reunião do Grupo de Trabalho sobre Áreas, Espécies e Habitats Marinhos da Comissão OSPAR, realizada em Outubro de 2006, na cidade da Horta e com organização da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
A presente classificação será respeitada por todos os Estados membros da Comissão OSPAR. No entanto, apenas depois de terminados e aprovados em sede das Nações Unidas os trabalhos para a extensão da plataforma continental, esta classificação será aceite por todos os países do mundo.
O Governo dos Açores congratula-se pelo resultado dos esforços efectuados pela representação portuguesa na Comissão OSPAR e reitera a importância do papel da Estrutura de Missão para Extensão da Plataforma Continental cujos os trabalhos se desenrolam neste momento, precisamente, sobre a área classificada.



terça-feira, agosto 07, 2007
Rádio Graciosa