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Rádio Graciosa


14 agosto 2007

Governo alerta para obrigatoriedade do reconhecimento do Cartão de Cidadão em qualquer parte do País

O vice-presidente do Governo dos Açores considerou, domingo, ser compreensível que uma “mudança tão grande” como a introduzida pelo Cartão do Cidadão não “tenha sido assimilada de imediato” pelas centenas de milhares de funcionários públicos do Continente, mas reiterou a obrigatoriedade do reconhecimento do documento em qualquer parte do País.
Falando na cerimónia de inauguração do Posto da Rede Integrada de Apoio ao Cidadão (RIAC) de Ponta Garça, que coincidiu com as celebrações do dia desta freguesia do concelho de Vila Franca do Campo, Sérgio Ávila acrescentou que, face a eventuais problemas com o funcionamento do Cartão de Cidadão, os seus portadores “não devem hesitar em contactar sempre que necessário o call-center da RIAC”.
“ É compreensível que uma reforma como esta, que altera a lógica de funcionamento da administração, provavelmente a maior dos últimos 70 anos, não tenha sido assimilada imediatamente pelas centenas de milhares de funcionários públicos do Continente”, considerou.
Segundo acrescentou, “no caso de algum funcionário se recusar a reconhecer como documento de identificação o Cartão de Cidadão, basta que a pessoa a quem é recusada a identificação ligue para o nosso centro de contactos, cuja chamada é gratuita, e esteja onde estiver, seja em Trás-os-Montes ou no Algarve, a situação será resolvida”.
“ O Cartão de Cidadão é o novo documento de identificação dos açorianos e em breve de todos os portugueses e tem que ser reconhecido como tal em todo o País e no mundo, sendo o documento que se insere nas regras mais exigentes e actuais de identificação internacional”, alegou Sérgio Ávila.

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