O Plano Regional para a Promoção da Qualidade nos Serviços Públicos abrange já, através da Estrutura Comum de Avaliação (CAF), cerca de 92,5 por cento dos trabalhadores da Administração Regional, ou seja, 17.282 activos.A informação foi avançada, hoje, pelo vice-presidente do Governo que sublinhou a importância da implementação da CAF como instrumento de auto-avaliação na Administração Regional e como parte integrante do Plano Regional para a Promoção da Qualidade nos Serviços Públicos, um compromisso assumido pelo IX Governo dos Açores, liderado por Carlos César.
“O modelo CAF foi criado especificamente para que as organizações públicas possam ser avaliadas de forma contínua e sistemática a baixos custos e, o facto de, em menos de um ano, quase todos os funcionários públicos aplicarem este instrumento comprova a sua utilidade e eficácia”, considerou Sérgio Ávila.
A CAF funciona com base numa estrutura de meios, sobretudo humanos, que avaliam e eliminam as más práticas nas várias organizações da Administração Pública Regional.
Neste quadro, todos os departamentos governamentais têm um grupo de trabalho que constitui o chamado Núcleo de Promoção da Qualidade (NPQ).
Os membros do NPQ têm como principal missão fazer o levantamento, acompanhamento e dinamização do processo de implementação da CAF. Para isto existem, dentro do NPQ, equipas de Auto-Avaliação (AA), constituídas pelos chamados Agentes CAF.
Os Agentes CAF e respectivas equipas de Auto-Avaliação têm como missão envolver e mobilizar os colegas em todo o processo, recolhendo opiniões, sugestões, dúvidas e preocupações em todos os intervenientes da Administração Pública Regional por forma a que todos trabalhem em conjunto “num projecto que pretende dinamizar e unir os serviços públicos da Região em prol de mais e melhor qualidade para todos os cidadãos”, explicou o vice-presidente do Governo.



quarta-feira, agosto 22, 2007
Rádio Graciosa