O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, destacou, em entrevista hoje publicada, a redução da despesa pública em 2006 e reafirmou que o combate à fraude e evasão fiscais vai continuar a ser prioridade para este ano.
Numa entrevista ao Diário Económico publicada hoje, Teixeira dos Santos lamentou que a redução da despesa pública não esteja a ser reconhecida.
"Sempre acusaram os Governos socialistas de quererem aumentar a despesa e agora que temos um que a reduz, recusam-se a reconhecer esse facto. Percebo a perplexidade e o incómodo de quem foi incapaz de o fazer", afirmou.
Questionado sobre o valor do défice, Teixeira dos Santos garantiu ainda ao DE que "ficará abaixo dos 4,6 por cento do PIB (Produto Interno Bruto)".
Para Teixeira dos Santos, o combate à fraude e evasão fiscais, a melhoria da eficiência da Administração Fiscal e o aumento do cumprimento voluntário das obrigações fiscais "permitem acréscimos de receita sem aumento de impostos que ajudam a corrigir o défice existente".
"Mas não se insista demasiado nessa ideia da diminuição do défice por via do aumento da receita. Se a economia cresce é natural que a receita fiscal também cresça, permitindo diminuir o défice. Não se ignore que, em termos nominais, a despesa foi contida nuns casos e até reduzida noutros", afirmou o ministro. Sobre o combate à fraude e evasão fiscais, disse que vai continua a ser "uma prioridade política do Governo". Teixeira dos Santos sublinhou que a "opinião pública tem uma percepção clara do sentimento de impunidade que prevalecia na sociedade portuguesa quanto ao incumprimento das obrigações fiscais e até de actos fraudulentos".
"Isso é algo que mina a credibilidade e autoridade do Estado e, acima de tudo, representa uma iniquidade inaceitável. Os portugueses têm o direito de exigir que o esforço que temos que fazer para financiar as políticas públicas deve ser repartido por todos", defendeu.
Numa entrevista ao Diário Económico publicada hoje, Teixeira dos Santos lamentou que a redução da despesa pública não esteja a ser reconhecida.
"Sempre acusaram os Governos socialistas de quererem aumentar a despesa e agora que temos um que a reduz, recusam-se a reconhecer esse facto. Percebo a perplexidade e o incómodo de quem foi incapaz de o fazer", afirmou.
Questionado sobre o valor do défice, Teixeira dos Santos garantiu ainda ao DE que "ficará abaixo dos 4,6 por cento do PIB (Produto Interno Bruto)".
Para Teixeira dos Santos, o combate à fraude e evasão fiscais, a melhoria da eficiência da Administração Fiscal e o aumento do cumprimento voluntário das obrigações fiscais "permitem acréscimos de receita sem aumento de impostos que ajudam a corrigir o défice existente".
"Mas não se insista demasiado nessa ideia da diminuição do défice por via do aumento da receita. Se a economia cresce é natural que a receita fiscal também cresça, permitindo diminuir o défice. Não se ignore que, em termos nominais, a despesa foi contida nuns casos e até reduzida noutros", afirmou o ministro. Sobre o combate à fraude e evasão fiscais, disse que vai continua a ser "uma prioridade política do Governo". Teixeira dos Santos sublinhou que a "opinião pública tem uma percepção clara do sentimento de impunidade que prevalecia na sociedade portuguesa quanto ao incumprimento das obrigações fiscais e até de actos fraudulentos".
"Isso é algo que mina a credibilidade e autoridade do Estado e, acima de tudo, representa uma iniquidade inaceitável. Os portugueses têm o direito de exigir que o esforço que temos que fazer para financiar as políticas públicas deve ser repartido por todos", defendeu.



quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Rádio Graciosa