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Rádio Graciosa


06 fevereiro 2007

Unidades hoteleiras da Graciosa, actualmente tem falta de camas para dar resposta ao fluxo turístico.

Luís Vasco, empresário ligado ao Ramo Hoteleiro na Graciosa, fazendo um balanço ao ano de 2006, referente ao ano homólogo, considerou que o ano transacto foi melhor, nomeadamente no numero de visitantes e de camas ocupadas ao nível da Residencial. Mas apesar dos números positivos de estadias na ilha, os transportes, foram sem dúvida tal como confirmou Luís Vasco um ponto negativo.
Aquando da construção de um Hotel na Graciosa, Luís Vasco confirma que não deixa de ser concorrência para a residencial, da qual é proprietário e sócio, a Residencial Ilha Graciosa, contudo defende que a concorrência não é um factor negativo, pois será um bom motivo para melhorar o trabalho, bom atendimento e as condições das residenciais da ilha.
Um factor que admite ser verdade é a falta de número de camas necessários para a ilha.
O empresário Luís Vasco defende que o Governo Regional deveria ter tido a preocupação de ao mesmo tempo que se faria a construção do hotel, os actuais hoteleiros deveriam ter sido estimulados para modificar e melhorarem as suas unidades hoteleiras, aí sim seria um estimulo por parte do Governo em melhorar o acolhimento dos turistas na Graciosa.

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