O governo impôs um "plafond" no orçamento disponível para apoiar os jovens arrendatários, que este ano será de 32,7 milhões de euros, menos 50 por cento da média entre 2004 e 2006, anuncia hoje o Diário de Notícias.
Segundo o jornal, que cita o Instituto Nacional da Habitação (INH), este l imite, inexistente em anos anteriores, corresponde a metade da despesa anual média registada entre 2004 e 2006 (cerca de 62 milhões de euros).
"A redução justifica-se sobretudo pelos ajustamentos feitos ao programa, que decorreram da avaliação realizada", afirmou Teixeira Monteiro, presidente do Instituto Nacional de Habitação.
A nova política do governo prevê o fim do programa Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ), ainda em vigor, em que é garantido o apoio financeiro a qualquer candidato que cumpra os requisitos definidos. Segundo Teixeira Monteiro, este programa teve como aspecto positivo a dinamização do "mercado de arrendamento ao apoiar jovens, encaminhando-os para o arrendamento em detrimento da compra de casa própria que os endividaria, limitando a sua mobilidade".
Segundo o jornal, que cita o Instituto Nacional da Habitação (INH), este l imite, inexistente em anos anteriores, corresponde a metade da despesa anual média registada entre 2004 e 2006 (cerca de 62 milhões de euros).
"A redução justifica-se sobretudo pelos ajustamentos feitos ao programa, que decorreram da avaliação realizada", afirmou Teixeira Monteiro, presidente do Instituto Nacional de Habitação.
A nova política do governo prevê o fim do programa Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ), ainda em vigor, em que é garantido o apoio financeiro a qualquer candidato que cumpra os requisitos definidos. Segundo Teixeira Monteiro, este programa teve como aspecto positivo a dinamização do "mercado de arrendamento ao apoiar jovens, encaminhando-os para o arrendamento em detrimento da compra de casa própria que os endividaria, limitando a sua mobilidade".



terça-feira, fevereiro 06, 2007
Rádio Graciosa