O secretário regional da Presidência defendeu, domingo, a “necessidade de articulação e de concertação entre os vários níveis de poder e, em algumas das ilhas, entre órgãos da mesma natureza”.
Vasco Cordeiro, que falava em representação do presidente do Governo na sessão comemorativa dos 30 anos do Poder Local Democrático, realizada no Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, lembrou que “desafios como o da sustentabilidade ambiental, da promoção das acessibilidades, do ordenamento do território, e até mesmo da gestão de recursos naturais, como são as águas, não se compadecem com visões isoladas das soluções que lhes podem ser dadas”.
O secretário regional da Presidência destacou, ainda, a importância do Poder Local para o desenvolvimento regional, considerando, no entanto, que é necessário dar uma “resposta convicta e determinada a tentações, cada vez mais disfarçadas, de populismo, de manipulação dos media ou de construção artificial de imagem pública”. Não constituindo tentações exclusivas do poder local, “é necessária uma atitude de constante vigilância e de alerta” já que os diferentes níveis de poder “não podem ficar reféns de imagens ou suspeições que meia dúzia de casos podem lançar sobre todos”, alegou, sustentando que “a clareza e a transparência constituem, para todos, os únicos meios de evitar que se tome o todo pela parte”.
Vasco Cordeiro, que falava em representação do presidente do Governo na sessão comemorativa dos 30 anos do Poder Local Democrático, realizada no Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, lembrou que “desafios como o da sustentabilidade ambiental, da promoção das acessibilidades, do ordenamento do território, e até mesmo da gestão de recursos naturais, como são as águas, não se compadecem com visões isoladas das soluções que lhes podem ser dadas”.
O secretário regional da Presidência destacou, ainda, a importância do Poder Local para o desenvolvimento regional, considerando, no entanto, que é necessário dar uma “resposta convicta e determinada a tentações, cada vez mais disfarçadas, de populismo, de manipulação dos media ou de construção artificial de imagem pública”. Não constituindo tentações exclusivas do poder local, “é necessária uma atitude de constante vigilância e de alerta” já que os diferentes níveis de poder “não podem ficar reféns de imagens ou suspeições que meia dúzia de casos podem lançar sobre todos”, alegou, sustentando que “a clareza e a transparência constituem, para todos, os únicos meios de evitar que se tome o todo pela parte”.



terça-feira, novembro 28, 2006
Rádio Graciosa