A Assembleia Municipal tinha como ponto de trabalho, na sessão extraordinária de ontem a aprovação de diploma de concessão de terreno municipal à Galp Açores.
Se os outros foram aprovados por unanimidade e sem suscitar dúvidas, o mesmo não aconteceu com este protocolo.
A bancada do PS, através de Manuel Jorge Lobão, lamentou que a bomba de gasolina se vá manter no mesmo lugar, no Centro classificado de Santa Cruz e questionou a edilidade sobre o compromisso para que a Galp descontamine toda aquela zona das Fontinhas, que ficou ao longo destes anos contaminada devido aos tanques rotos ali existentes. José Aguiar, afirmou que a autarquia compromete-se em pugnar para que isso aconteça, nomeadamente junto da Secretaria Regional do Ambiente, mas reconheceu que este assunto não foi falado.
Acácio Cabeceiras, também do PS, chamou à atenção para que qualquer atitude que se tome agora vai-se repercutir no futuro e acusou a edilidade de não ter sugerido outro local para aquela bomba se instalar, com equipamentos novos que aí vêm.
Sobre este assunto, José Aguiar disse que existem os espaços para indústrias que estão definidos no PDM que ainda não foi publicado, devendo isso vir a acontecer brevemente. Fernando Mesquit também alertou para a localização, ao que Luís Vasco Gregório, que voltou à sala, depois de se ter ausentado por considerar que não deveria, na sua qualidade de concessionário da Galp participar na votaçãop do referido protocolo, explicou que aquela localização se prende apenas a uma questão económica.
Se os outros foram aprovados por unanimidade e sem suscitar dúvidas, o mesmo não aconteceu com este protocolo.
A bancada do PS, através de Manuel Jorge Lobão, lamentou que a bomba de gasolina se vá manter no mesmo lugar, no Centro classificado de Santa Cruz e questionou a edilidade sobre o compromisso para que a Galp descontamine toda aquela zona das Fontinhas, que ficou ao longo destes anos contaminada devido aos tanques rotos ali existentes. José Aguiar, afirmou que a autarquia compromete-se em pugnar para que isso aconteça, nomeadamente junto da Secretaria Regional do Ambiente, mas reconheceu que este assunto não foi falado.
Acácio Cabeceiras, também do PS, chamou à atenção para que qualquer atitude que se tome agora vai-se repercutir no futuro e acusou a edilidade de não ter sugerido outro local para aquela bomba se instalar, com equipamentos novos que aí vêm.
Sobre este assunto, José Aguiar disse que existem os espaços para indústrias que estão definidos no PDM que ainda não foi publicado, devendo isso vir a acontecer brevemente. Fernando Mesquit também alertou para a localização, ao que Luís Vasco Gregório, que voltou à sala, depois de se ter ausentado por considerar que não deveria, na sua qualidade de concessionário da Galp participar na votaçãop do referido protocolo, explicou que aquela localização se prende apenas a uma questão económica.
Apesar desta discussão, o documento acabou por ser aprovado, com 14 votos favoráveis e 3 abstenções, continuando assim a bomba da Galp em Santa Cruz da Graciosa por mais 30 anos e pagando à Autarquia todos os meses menos de 300 euros.



sexta-feira, novembro 03, 2006
Rádio Graciosa
