Três sindicatos açorianos juntaram-se para criar uma União de Sindicatos da Pesca e do Mar, que pretende funcionar como um "bloco reivindicativo" de defesa dos interesses do sector, anunciou hoje fonte sindical. Luís Brum, da direcção do Sindicato Livre dos Pescadores de São Miguel e Santa Maria, adiantou à agência Lusa que o projecto agora concretizado estava a ser amadurecido há já algum tempo.
Segundo disse, a constituição desta união permite aos sindicatos passarem "a funcionar em bloco" perante o Governo, aumentando a eficácia do poder negocial da classe.
Além do Sindicato Livre dos Pescadores de São Miguel e Santa Maria, fazem parte da União os Sindicatos dos Pescadores do ex-distrito da Horta e dos Pescadores das ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa.
O sindicalista anunciou, ainda, que a primeira conferência regional sindical está agendada para 10 de Novembro, na cidade de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, altura em que será escolhido o presidente.
A alteração da actual lei do Fundopesca, destinado a compensar os pescadores impedidos de irem para o mar devido ao mau tempo, é um dos principais pontos de reivindicação, por promover "desigualdades" entre os pescadores, salientou.
A alteração do regime jurídico de contrato individual de trabalho para a pesca, a segurança social (reformas e pensões) e o subsídio de apoio ao combustível são outros dos pontos que a União de Sindicatos pretende rever com o Governo.
Segundo disse, a constituição desta união permite aos sindicatos passarem "a funcionar em bloco" perante o Governo, aumentando a eficácia do poder negocial da classe.
Além do Sindicato Livre dos Pescadores de São Miguel e Santa Maria, fazem parte da União os Sindicatos dos Pescadores do ex-distrito da Horta e dos Pescadores das ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa.
O sindicalista anunciou, ainda, que a primeira conferência regional sindical está agendada para 10 de Novembro, na cidade de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, altura em que será escolhido o presidente.
A alteração da actual lei do Fundopesca, destinado a compensar os pescadores impedidos de irem para o mar devido ao mau tempo, é um dos principais pontos de reivindicação, por promover "desigualdades" entre os pescadores, salientou.
A alteração do regime jurídico de contrato individual de trabalho para a pesca, a segurança social (reformas e pensões) e o subsídio de apoio ao combustível são outros dos pontos que a União de Sindicatos pretende rever com o Governo.



quarta-feira, setembro 06, 2006
Rádio Graciosa