Mais de metade dos cerca de 800 jovens dos Açores que ingressam, anualmente, no ensino superior opta por cursos nas áreas científicas e tecnológicas, afirmou, hoje, o presidente do Governo Regional, apontando esse dado como indicador de que a Região vai ultrapassar o seu tradicional bloqueio em matéria de recursos humanos qualificados.
Carlos César, admitiu, no entanto, que não basta ter pessoal preparado, sendo preciso “apoiar a criação de emprego qualificado, fomentando a integração no mundo de trabalho dos jovens que concluam o seu percurso académico”.
Para isso, e ao mesmo tempo que se empenha no fomento do aparecimento e na execução de projectos de investigação e desenvolvimento tendentes a um entrosamento entre os meios académico e económico gerador de emprego, o Governo Regional aposta no redimensionamento da actividade científica das instituições açorianas para áreas em que os seus potenciais resultados sejam relevantes no desenvolvimento, acrescentou.
O chefe do executivo referiu-se, também, à opção governamental de apoiar estágios de jovens licenciados em empresas e instituições e de atribuir bolsas para investigação científica.
O número das bolsas concedidas para doutoramentos ou pós-doutoramentos em instituição açorianas, actualmente de 32, vai duplicar nos próximos quatro anos, permitindo criar na Região “um sector de Investigação e Desenvolvimento que seja, ele próprio, gerador de atracção e de oportunidades para jovens cientistas”, anunciou.
Projectos semelhantes estão previstos para as ilhas Terceira e Faial, onde trabalham investigadores nas áreas das ciências agrárias e da oceanografia e pescas, adiantou.
O equipamento hoje inaugurado, que representou um investimento público de 900 mil euros, faz parte da rede de observatórios que o Governo tem vindo a criar, em parceria com várias instituições, para dotar a Região de meios de demonstração e de divulgação da cultura científica.
Essa rede integra, também, o Observatório do Ambiente e Clima, que está a ser implantado em Angra do Heroísmo, o do Mar, na Horta, e Observatório Astronómico de Santana (São Miguel).
Carlos César, admitiu, no entanto, que não basta ter pessoal preparado, sendo preciso “apoiar a criação de emprego qualificado, fomentando a integração no mundo de trabalho dos jovens que concluam o seu percurso académico”.
Para isso, e ao mesmo tempo que se empenha no fomento do aparecimento e na execução de projectos de investigação e desenvolvimento tendentes a um entrosamento entre os meios académico e económico gerador de emprego, o Governo Regional aposta no redimensionamento da actividade científica das instituições açorianas para áreas em que os seus potenciais resultados sejam relevantes no desenvolvimento, acrescentou.
O chefe do executivo referiu-se, também, à opção governamental de apoiar estágios de jovens licenciados em empresas e instituições e de atribuir bolsas para investigação científica.
O número das bolsas concedidas para doutoramentos ou pós-doutoramentos em instituição açorianas, actualmente de 32, vai duplicar nos próximos quatro anos, permitindo criar na Região “um sector de Investigação e Desenvolvimento que seja, ele próprio, gerador de atracção e de oportunidades para jovens cientistas”, anunciou.
Projectos semelhantes estão previstos para as ilhas Terceira e Faial, onde trabalham investigadores nas áreas das ciências agrárias e da oceanografia e pescas, adiantou.
O equipamento hoje inaugurado, que representou um investimento público de 900 mil euros, faz parte da rede de observatórios que o Governo tem vindo a criar, em parceria com várias instituições, para dotar a Região de meios de demonstração e de divulgação da cultura científica.
Essa rede integra, também, o Observatório do Ambiente e Clima, que está a ser implantado em Angra do Heroísmo, o do Mar, na Horta, e Observatório Astronómico de Santana (São Miguel).



segunda-feira, setembro 25, 2006
Rádio Graciosa