A funcionar desde Novembro de 2002, a casa de acolhimento ao doente deslocado, do Serviço de Acolhimento de Doentes em Lisboa (SADEL), tem vindo a registar cada vez mais pedidos, mas infelizmente a capacidade é pouca. A casa de acolhimento dispõe de apenas de 16 quartos e a lotação pode dizer-se que a maioria das vezes está esgotada, quer para doentes, quer para os seus acompanhantes. No entanto, há algumas variações entre pedidos e disponibilidade.
A verdade é que é cada vez maior a média de dias que os doentes têm de passar na casa de acolhimento, o que dificulta a disponibilidade de quartos para todos. De acordo com dados fornecidos pelo SADEL, o número de doentes que passa por aquela casa pode ser variável e, desde 2003, até Junho deste ano, a média de dias passados na habitação por doente tem vindo a aumentar. Dados até Junho deste ano revelam que já por ali passaram 136 doentes, com uma média de permanência de 21,7 dias. Ainda de acordo com a responsável pelo SADEL, mais de metade dos doentes que é encaminhada para a casa, vai realizar tratamentos de radioterapia, o que implica uma permanência mais prolongada.
A verdade é que é cada vez maior a média de dias que os doentes têm de passar na casa de acolhimento, o que dificulta a disponibilidade de quartos para todos. De acordo com dados fornecidos pelo SADEL, o número de doentes que passa por aquela casa pode ser variável e, desde 2003, até Junho deste ano, a média de dias passados na habitação por doente tem vindo a aumentar. Dados até Junho deste ano revelam que já por ali passaram 136 doentes, com uma média de permanência de 21,7 dias. Ainda de acordo com a responsável pelo SADEL, mais de metade dos doentes que é encaminhada para a casa, vai realizar tratamentos de radioterapia, o que implica uma permanência mais prolongada.



terça-feira, agosto 15, 2006
Rádio Graciosa