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Rádio Graciosa


16 agosto 2006

Açorianos mal qualificados e sem iniciativa própria.

Baixa escolaridade e trabalho por conta de outrem. Estes são dois factores dominantes nos negócios açorianos. Com uma certa inversão nos últimos anos, derivado das taxas de formação e qualificação profissional, o que é certo é que nas ilhas a maioria dos empregados têm pouco estudo e não trabalham por sua conta e risco.Comparando com o todo nacional, pouco diverge: trabalhadores até aos 25 anos, empregam-se no comércio; muita gente com pouca qualificação profissional; empresas de pequena dimensão; comércio e indústria absorvem maior parte dos qualificados; mais ou menos o mesmo número de homens e mulheres com qualificação, entre outras semelhanças. Observando as taxas de desemprego referentes ao primeiro trimestre deste ano, verifica-se que nos Açores se cifrava nos 4,2 pontos percentuais e no Continente nos 7,7 por cento, constatando-se, comparativamente, ao período homologo do ano passado, um aumento desta taxa em ambas as parcelas, com as ilhas a registarem uma subida na ordem dos 0,8 por cento e o Continente português de 0,2%. Com a mais baixa taxa de desemprego do país, o arquipélago dos Açores apresenta, porém, um retracto laboral semelhante ao todo nacional.

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