A investigação, conduzida por cientistas do Instituto de Pesquisa de Cancro, em Londres, e de três universidades britânicas, durou quatro anos e permitiu concluir que não há uma relação directa entre o uso prolongado do telemóvel e o aparecimento de gliomas (tumores cerebrais primários). De acordo com estes peritos, "não foi encontrada associação directa entre o aparecimento do glioma e o uso regular de telemóvel". Os mesmos garantem também que "o uso deste equipamento ao longo dos anos, durante várias horas seguidas, e o número de chamadas atendidas" não influenciam o surgimento de tumores cerebrais. Para esta investigação, foram entrevistadas 966 pessoas com gliomas e 1716 pessoas saudáveis, às quais foi questionado o tempo de uso dos seus telemóveis, a marca e modelo, o número de chamadas realizadas e o tempo de duração das mesmas. Os cientistas concluíram, posteriormente, que não há provas evidentes e irrefutáveis que possam atestar que a exposição a campos magnéticos de rádio-frequência influencia o risco de contrair doenças cancerígenas.



quinta-feira, janeiro 26, 2006
Rádio Graciosa