A secretária regional do Ambiente e do Mar, Ana Paula Marques, apresentou, ontem, quarta-feira, ao Conselho Regional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CRADS), uma proposta de criação da Rede Regional de Áreas Protegidas dos Açores. Um novo regime legal que Ana Paula Marques quer levar ao Parlamento açoriano, no início do próximo ano e que, segundo a responsável, permitirá a classificação de novas áreas e a reclassificação de outras, bem como a uniformização das tipologias de classificação existentes com os sistemas internacionais.
Trata-se de um trabalho de uniformização com os critérios internacionais de classificação que permitirá trazer mais valias para a Região, no que concerne ao estatuto das suas áreas protegidas. “Temos a ambição e as condições para termos nos Açores pelo menos um parque nacional”, disse a titular do Ambiente e do Mar à saída da reunião.
A nova lei enquadradora prevê, ainda, segundo a governante, a possibilidade de uma gestão partilhada das áreas protegidas por parte da iniciativa privada, numa lógica de “co-responsabilização”, a exemplo do que o Governo Regional tem vindo a ensaiar, com resultados bastante positivos, por exemplo, na Gruta das Torres, na ilha do Pico, ou no Ilhéu de Vila Franca do Campo, em S. Miguel.
Trata-se de um trabalho de uniformização com os critérios internacionais de classificação que permitirá trazer mais valias para a Região, no que concerne ao estatuto das suas áreas protegidas. “Temos a ambição e as condições para termos nos Açores pelo menos um parque nacional”, disse a titular do Ambiente e do Mar à saída da reunião.
A nova lei enquadradora prevê, ainda, segundo a governante, a possibilidade de uma gestão partilhada das áreas protegidas por parte da iniciativa privada, numa lógica de “co-responsabilização”, a exemplo do que o Governo Regional tem vindo a ensaiar, com resultados bastante positivos, por exemplo, na Gruta das Torres, na ilha do Pico, ou no Ilhéu de Vila Franca do Campo, em S. Miguel.



quinta-feira, dezembro 08, 2005
Rádio Graciosa