Os deputados eleitos pelo PS na ilha Graciosa, Manuel Ramos e José Ávila, realçaram a “instabilidade que os serviços de urgência da Unidade de Saúde de Ilha da Graciosa (USIG) tem sentido”, que classificaram como “uma situação inaceitável”.
Após
reunir com a Administração da USIG, tendo abordado temas como os recursos
humanos, recursos técnicos e as instalações, o deputado Manuel José Ramos deu
voz às múltiplas queixas dos Graciosenses, que têm chegado ao PS, declarando
ser “ inaceitável que um serviço de urgência, especialmente numa ilha como a
Graciosa, não seja fiável, deixando a população apreensiva”, frisou.
Manuel
José Ramos apontou também as “discrepâncias entre as poucas vagas que surgem a
concurso e as muitas vagas anunciadas pelo Secretário Regional da Saúde,
aquando da sua última visita à ilha”, seja a nível de médicos, administrativos,
auxiliares de ação médica.
“Por
exemplo, o Secretário Regional da Saúde anunciou três vagas para medicina geral
e familiar, mas na realidade serão só duas vagas”.
O
deputado do PS denunciou também outra situação que tem sido frequente nos
últimos tempos, em que os Graciosenses “fazem as suas análises na Graciosa,
deslocam-se a outra ilha para consulta de especialidade e lá são obrigados a
repetir essas mesmas análises”, gerando “um desperdício de recursos, uma
duplicação de trabalhos e inconveniente aos utentes”.
O
parlamentar lembrou que o PS ganhou as eleições regionais de 2020, sendo “o
partido com o maior número de deputados na Assembleia Regional”, motivo pelo
qual “tem a obrigação de dar voz às insatisfações dos Graciosenses”, algo que
tem feito “através de questões e requerimentos ao Governo, cujas respostas nem
sempre são dadas com clareza”.


segunda-feira, setembro 26, 2022
Rádio Graciosa
