No Museu da Graciosa decorreu ontem à noite a palestra
intitulada “A evolução musical da Filarmónica Recreio dos Artistas e abertura
da exposição “Filarmónica Recreio dos Artistas, Um Século de História,
1913-2013”.
Jorge Cunha, Director do Museu da Graciosa, falou de
eventos e exposições que o Museu tem realizado sobre instituições e vivências
da Graciosa, sempre muitos visitados na Graciosa, o que faz dele o quarto museu
mais visitado dos Açores.
Jorge Cunha disse que ao expor a história da Filarmónica
Recreio dos Artistas, está o Museu a cumprir o seu papel e deixou o repto às
restantes filarmónicas da ilha para que continuem, pois o seu papel na nossa
cultura é de extrema importância.
A
Diretora Regional da Educação, Maria da Graça Teixeira, esteve presente, em
representação do Secretário Regional da Educação, Ciência e Cultura.
A
governante falou do papel das filarmónicas na educação e despertar das mentes,
pois não se faz música sem esforço, trabalho que garantiu ser reconhecido pelo
Governo Regional dos Açores.
Uma banda que começou como exclusivamente masculina e com
pouco mais do que 4 tipos de instrumentos, desenvolveu-se com mais intensidade
nos últimos 30 anos, para passar a ser a instituição dinâmica que é hoje. Uma
banda mista, com cerca de 10 tipos de instrumentos e com outras valências como
são a orquestra, quarteto de saxofones, escola de música e aulas de
sensibilização musical para bebés e crianças.
Vânia Bettencourt disse que atravessam uma fase muito boa,
embora alguns músicos tenham saído recentemente, mas tem-se mantido a renovação
e evolução, fruto da formação musical e pedagógica.
O quarteto de saxofones da Filarmónica Recreio dos Artistas
mostrou todo o trabalho e valor da música apresentada pela filarmónica.


sábado, agosto 10, 2013
Rádio Graciosa