O PSD das Flores denunciou a "discriminação" constante a que se vê vetado o Grupo Ocidental no tocante aos transportes marítimos de passageiros e mercadorias. A Comissão Política, presidida por António Maria Gonçalves, lamentou o triste episódio ocorrido no porto da Graciosa, com o navio "Ilha Azul" e diz ter-se tratado de um "rombo" no "casco do navio e outro no sistema de transportes marítimos de passageiros".
Segundo os social-democratas, e após as afirmações de um responsável da Atlanticoline, os passageiros que se encontram nas Flores e os florentinos que pensaram que iriam e viriam com os seus carros - por mar - terão agora as suas férias "marcadas pela incerteza e pela impossibilidade de chegarem aos destinos juntamente com as suas viaturas".
Assim, lamentam a dúvida constante sobre o Governo dos Açores "querer estender às Flores um serviço público credível de transporte marítimo de passageiros. Um serviço público que permita uma programação atempada de férias, lazer e até mesmo de negócios, garantindo a quem o utilize segurança, garantia de cumprimento das viagens programadas e qualidade de serviço".
Realçam que "na altura da calendarização do serviço em causa, foram impossíveis de programar viagens às Flores por ocasião das Festas principais, em total disparidade com o que foi feito por altura de festas em outras ilhas, numa atitude incompreensível e discriminatória e em total contradição com o discurso de incentivo ao desenvolvimento acelerado das ditas Ilhas de Coesão", isto já depois de, em 2006, as Flores terem ficado "sem uma única viagem, e agora, perante o primeiro infortúnio de 2007, serão novamente os infortunados das Flores, os primeiros a sofrer as consequências". Perante tais situações o PSD duvida que o Governo sequer se preocupe "com a debilidade económica das Flores. Duvida que a Ilha, para além do habitual discurso de propaganda, seja assumida de facto com uma Ilha da Coesão. E duvida que, para além do habitual discurso de propaganda, o Governo Regional queira realmente apostar no sector turístico das Flores".
Segundo os social-democratas, e após as afirmações de um responsável da Atlanticoline, os passageiros que se encontram nas Flores e os florentinos que pensaram que iriam e viriam com os seus carros - por mar - terão agora as suas férias "marcadas pela incerteza e pela impossibilidade de chegarem aos destinos juntamente com as suas viaturas".
Assim, lamentam a dúvida constante sobre o Governo dos Açores "querer estender às Flores um serviço público credível de transporte marítimo de passageiros. Um serviço público que permita uma programação atempada de férias, lazer e até mesmo de negócios, garantindo a quem o utilize segurança, garantia de cumprimento das viagens programadas e qualidade de serviço".
Realçam que "na altura da calendarização do serviço em causa, foram impossíveis de programar viagens às Flores por ocasião das Festas principais, em total disparidade com o que foi feito por altura de festas em outras ilhas, numa atitude incompreensível e discriminatória e em total contradição com o discurso de incentivo ao desenvolvimento acelerado das ditas Ilhas de Coesão", isto já depois de, em 2006, as Flores terem ficado "sem uma única viagem, e agora, perante o primeiro infortúnio de 2007, serão novamente os infortunados das Flores, os primeiros a sofrer as consequências". Perante tais situações o PSD duvida que o Governo sequer se preocupe "com a debilidade económica das Flores. Duvida que a Ilha, para além do habitual discurso de propaganda, seja assumida de facto com uma Ilha da Coesão. E duvida que, para além do habitual discurso de propaganda, o Governo Regional queira realmente apostar no sector turístico das Flores".



segunda-feira, agosto 27, 2007
Rádio Graciosa